E a série do CINEMAX, BANSHEE terminou.

Criada por dois caras peso pesados, Greg Yaitanes, de HOUSE e Allan Ball, de TRUE BLOOD, BANSHEE é ou era um pouco de tudo.

Tinha gangsters, máfia ucraniana, comunidade amish, xerife e índios, hackers orientais transexuais, ex-boxeadores donos de saloons, neo-nazistas, gangues de bikers, agentes do FBI bem e mal intencionados, políticos locais corruptos…

Tudo isto em uma cidadezinha do interior da Pennsylvania.

Era um bando de loucos como nunca visto na televisão.

O Xerife Lucas Hood (o ator neo-zelandes Anthony Starr) era, na verdade, um ex-presidiário que assumiu a identidade do policial recém chegado, que morrera de forma trágica em um tiroteio, antes de assumir.

O megavilão era um amish de nome Kai Proctor (Ulrich Thomsen), rico e capaz das maiores atrocidades sem piscar.

Entre os dois se estabeleceu um duelo digno dos melhores filmes de faroeste.

Foram 38 episódios, ao longo de quatro temporadas.

Os roteiros dos episódios iniciavam com títulos maravilhosos, normalmente tiradas com um dos personagens, alias todos com nomes muito expressivos, como Hood, Hopewell, Rabbit, Sugar e por ai vai.

Meu palpite é que BANSHEE vai ficar marcada como uma serie de culto, algo entre o marginal (porque conhecida de poucos) e o apaixonado(quem via gostava muito).

Ah, e vai deixar muita saudade pelas mulheres de BANSHEE (Trieste Kelly Dunn, Ivana Milcevic, Elisa Dushku, Odette Annabble e Lili Simmons), um conjunto deslumbrante de personagens femininas, dispostas a tudo por seus ideais, um grupo de beldades que desfilou pela tela nestes quatro anos, como raros filmes tinham reunido. Em BANSHEE, elas davam as cartas.

 

And the CINEMAX series BANSHEE ended.

Created by two heavyweight television guys, Greg Yaitanes from HOUSE and Allan Ball, from TRUE BLOOD, BANSHEE is or was a little bit of everything.

It had gangsters, Ukrainian mafia, amish community, sheriff and Indians, Eastern transsexuals hackers, former boxers owners of saloons, neo-Nazis, bikers gang, FBI agents well and malicious, corrupt local politicians …

All this characters in a little country town in Pennsylvania.

It was a bunch of crazy people like never seen on television.

Sheriff Lucas Hood (the New Zealander actor Anthony Starr) was actually an ex-convict who took police identity of the newly arrived marshall, who died tragically in a shootout before taking.

The big villain was an amish named Kai Proctor (Ulrich Thomsen), rich and capable of the greatest atrocities without blinking.

Between the two it was established a duel worthy of the best westerns.

There were 38 episodes over four seasons.

The scripts of the episodes initiated with wonderful titles, usually taken with one of the characters, alias all very expressive names like Hood, Hopewell, Rabbit, Sugar and so on.

My guess is that BANSHEE will be marked as a cult series, something between marginal (because known of few) and loved (those who saw loved it).

Oh, and it will leave much nostalgia for the women of BANSHEE, a dazzling array of female characters, willing to do anything for their ideals, a group of belles (Trieste Kelly Dunn, Ivana Milcevic, Elisa Dushku, Odette Annabel e Lili Simmons) that paraded across the screen in these four years as rare films had gathered. In BANSHEE, the ladies gave the cards.