DESIERTO(2015), de Jonás Cuarón, filho do famoso Alfonso Cuaron (GRAVIDADE) é um filme difícil, cruel e sofrido, como o tema que aborda.

Um grupo de mexicanos se prepara para atravessar ilegalmente a fronteira dos Estados Unidos. Eles se deparam com um vigilante solitário que se dedica a voluntariamente patrulhar a fronteira e matar os que ousam viola-la.

Belissimamente fotografado por Damian Garcia (cujas cenas do deserto são quase poéticas) o filme traz uma historia forte e dramática, quase trágica.

O elenco com dois ótimos atores, Gael Garcia Bernal (Vencedor do Globo de Ouro por MOZART IN THE JUNGLE) e Jeffrey Dean Morgan (THE WALKING DEAD e THE GOOD WIFE) segura perfeitamente a ação.

Se o roteiro não faz questão de aprofundar a historia do vigilante, o filme consegue se sustentar no suspense da torcida pelos sobreviventes.

DESIERTO não é (e nem pretende) se um grande filme, mas algo que se vê tranquilamente.

DESIERTO (2015), by Jonas Cuaron, son of the famous Alfonso Cuaron 
(GRAVITY) is a difficult, cruel and suffered film, as the subject it tackles.

A group of Mexicans are preparing to illegally cross the US border. 
They encounter a solitary vigilante who is dedicated to voluntarily 
patrolling the border and killing those who dare to violate it.

Beautifully photographed by Damian Garcia (whose desert scenes are 
almost poetic) the film brings a strong and dramatic, almost tragic 
story.

The cast with two great actors, Gael Garcia Bernal (MOZART IN THE 
JUNGLE) and Jeffrey Dean Morgan (THE WALKING DEAD and THE GOOD WIFE) perfectly handle the action.

If the script makes no attempt to deepen the story of the vigilante, the film manages to sustain itself in the suspense of the fans by the survivors.

DESIERTO is not (and does not want to) be a great movie, but 
something that is quietly seen.