Belo parágrafo da crítica de Manohla Dargis, do THE NEW YORK TIMES, sobre DUNQUERQUE, de Christopher Nolan:

A ênfase central do Sr. Nolan sobre os soldados – e sobre a guerra como ela é sentida, e não sobre a forma como ela é estrategicamente feita – nubla a história, mesmo que foque o presente e suas guerras em uma perspectiva principal. “Dunkirk” é um passeio de força de arte e técnica cinematográfica, mas que é inequivocamente ao serviço de uma história sóbria, sincera e profundamente moral que fecha a distância entre as lutas de ontem e as de hoje. O Sr. Nolan fecha essa distância cinematograficamente com abrangência visual e intimidade emocional, com imagens de guerra e sobreviventes amedrontados que, juntamente com a pontuação musical de Hans Zimmer, reverberam através de seu corpo. No momento em que o avião está queimando – e um jovem está olhando para o futuro – você lembra que a luta contra o fascismo continua.

 

Beautiful last paragraph of the critic by Manohla Dargis, from THE NEW YORK TIMES, on DUNKIRK, by Christopher Nolan:

Mr. Nolan’s unyielding emphasis on the soldiers — and on war as it is experienced rather than on how it is strategized — blurs history even as it brings the present and its wars startlingly into view. “Dunkirk” is a tour de force of cinematic craft and technique, but one that is unambiguously in the service of a sober, sincere, profoundly moral story that closes the distance between yesterday’s fights and today’s. Mr. Nolan closes that distance cinematically with visual sweep and emotional intimacy, with images of warfare and huddled, frightened survivors that together with Hans Zimmer’s score reverberate through your body. By the time that plane is burning — and a young man is looking searchingly into the future — you are reminded that the fight against fascism continues.