VINGADORES: GUERRA INFINITA, de Anthony Russo e Joe Russo lembra em tudo e por tudo STAR WARS: O IMPÉRIO CONTRA ATACA(1980), de Irvin Kershner. É o filme que não termina, deixando o espectador pendurado, com um gostinho de “quero mais”, ao final de suas duas horas e quarenta minutos de projeção.

Ao contar a história da luta de todos os herois do Universo da Marvel contra o vilão Thanos, VINGADORES: GUERRA INFINITA atinge uma dimensão mais do que drmática, operística, quase trágica, tendo momentos mesmo gloriosos, extremamente raros em filmes de super heróis, como a cena de Thanos (o sempre ótimo Josh Brolin) e sua filha Gamora (Zoe Saldanha) no desértico Planeta onde ela encontra seu destino.

O filme tem um ritmo alucinante, como é típico das produções da Marvel, não deixando tempo para o espectador respirara entre as antológicas cenas de batalhas, todas diferentes, muito bem feitas e sempre inseridas na narrativa, de forma a dar andamento à história rumo ao confronto final (ou semifinal) com o poderoso vilão.

Em meio a tudo isto há espaço para um humor (também característico da MARVEL) que aqui atinge seu melhor nível, com cenas realmente sensacionais, que podem ser eleitas para a antologia do cinema de ação. Neste sentido não há como deixar de citar a participação do excelente ator de Game of Thrones, Peter Dinklage, como o gigante.

Exemplar mais recente da competência única e crescente de um estúdio, VINGADORES: GUERRA INFINITA marca seu nome como um excelnte filme, merecendo todos os elogios e o público incrível que vem conquistando em todos os ligares onde está sendo exibido.

Vale muito a pena ver. E que venha VINGADORES IV. Queremos muito ver o final da história.

AVENGERS: INFINITY WAR, by Anthony Russo and Joe Russo remembers in everything and for everything STAR WARS: THE EMPIRE STRIKES BACK (1980), by Irvin Kershner. It is the movie that does not end, leaving the viewer hanging, with a taste of “want more”, at the end of his two hour and forty minutes of projection.

When telling the story of the fight of all the heroes of the Marvel Universe against the villain Thanos, AVENGERS: INFINITY WAR reaches a dimension more than dramatic, operistic, almost tragic, having moments even glorious, extremely rare in films of super heroes, like the scene of Thanos (the always great Josh Brolin) and his daughter Gamora (Zoe Saldanha) in the desert planet where she finds her destiny.

The film has an amazing rhythm, as is typical of Marvel productions, leaving no time for the spectator to breathe among the anthological battles scenes, all different, very well made and always inserted in the narrative, in order to move history towards the final confrontation (or semifinal) with the powerful villain.

In the middle of all this there is room for a humor (also characteristic of MARVEL) that here reaches its best level, with really sensational scenes, that can be chosen for the anthology of action cinema. In this sense we can not fail to mention the participation of the excellent actor of Game of Thrones, Peter Dinklage, like the giant.

The most recent copy of a single studio’s growing and unique competence, Avengers: Infinity War marks its name as an excellent film, deserving of all the praise and incredible audiences it has been gaining in all the bands where it is being shown.

Very worth seeing. And let there come AVENGERS IV. We really want to see the end of the story.