Manohla Dargis do THE NEW YORK TIMES, em sua crítica sobre MISSÃO IMPOSSÍVEL: EFEITO FALLOUT

“Há muito de tudo em “Missão Impossível – Efeito Fallout”, uma máquina de entretenimento por excelência que navega pelo mundo e tem algo a ver com bombas nucleares, ameaças misteriosas e belezas perigosas. Principalmente, tem a ver com aquele hiper-humano Tom Cruise, que corre, dirige, mergulha, atira, voa, cai e repetidamente oscila à beira do desastre, agarrando-se a um após o outro. Como de costume, ele trabalha duro para os nossos dólares e olhos em um filme que visita velhos clichés (uma loira com uma faca na sua liga), enquanto nos empurra para os grandes extremos do cinema-espetáculo.”

 

Manohla Dargis, do THE NEW YORK TIMES, in her review “MISSION IMPOSSIBLE – FALLOUT and the Bliss of the Hyper-Human Tom Cruise:

There’s a whole lot of everything in the “Mission: Impossible — Fallout,” an entertainment machine par excellence that skitters around the world and has something to do with nuclear bombs, mysterious threats and dangerous beauties. Mostly, it has to do with that hyper-human Tom Cruise, who runs, drives, dives, shoots, flies, falls and repeatedly teeters on the edge of disaster, clinging to one after another cliffhanger. As usual, he works hard for our dollars and eyeballs in a movie that spins the oldies (a blonde with a knife in her garter) while pushing to greater spectacle-cinema extremes.