Manohla Dargis, crítica do THE NEW YORK TIMES, sobre a atuação de Lady Gaga na nova versão de NASCE UMA ESTRELA:

“O Sr. Cooper, que também dirigiu, faz muito bem nesta versão de “A Star Is Born”, começando com a escalação de Lady Gaga, cuja presença naturalista é crucial para a força do filme. Uma artista pop pós-Madonna conhecida por sua elaborada encenação e fantasias, ela foi despida aqui, sua máscara removida. Você pode ver sua pele, a vibração em suas veias, que o aproxima dela e pode fazer a atriz e seu personagem se sentirem vulneráveis. Esse desmascaramento de Lady Gaga também faz com que Ally pareça genuína, autêntica, uma qualidade que o filme defende e que serve como uma espécie de primeiro princípio temático.”

 

Manohla Dargis, journalist of THE NEW YORK TIMES, on Lady Gaga’s acting in the new version of A STAR IS BORN:

Mr. Cooper, who also directed, does a lot right in this take on “A Star Is Born,” beginning with the casting of Lady Gaga, whose disarming, naturalistic presence is crucial to the movie’s force. A post-Madonna pop artist known for her elaborate stagecraft and costumes, she has been stripped down here, her mask removed. You can see her skin, the flutter in her veins, which brings you close to her, and can make both the actress and her character feel touchingly vulnerable. This unmasking of Lady Gaga also makes Ally seem genuine, authentic, a quality that the movie champions and that serves as a kind of thematic first principle.