O filme O DESAPARECIMENTO DE SIDNEY HALL (THE VANISHING OF SIDNEY HALL), de Shawn Christensen foi destruído pelos críticos em 2017, quando de seu lançamento. Disponível na AMAZON PRIME, o filme tem vários aspectos muito interessantes, como seu elenco, várias cenas muito criativas e personagens fascinantes, tanto em sua construção, como nas frases que o roteiro lhes dedica.

Está certo que – assim como seu congênere A VIDA EM SI – o filme cai na armadilha de, pretendendo ser dramático, multiplicar as mortes trágicas dos personagens, criando um catastrofismo artificial na vida do protagonista.

Mesmo assim, a narrativa fragmentada (indo e voltando no tempo) mantém permanentemente o interesse do espectador que quer saber o que houve com o jovem autor desaparecido. Esta busca é muito bem narrada, a partir do personagem vivido pelo ótimo Kyle Chandler, que a gente somente vai entender quem é (e os motivos de sua busca) quase no final do filme.

Sidney Hall é o ator jovem Logan Lerman de AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL (um filme com quem este guarda muitas semelhanças) e da série PERCY JACKSON. As mulheres do filme são todas ótimas. Michelle Monaghan, a mãe de Sidney está excelente. Elle Fanning é sempre uma atriz fascinante. E Margaret Qualey (da série LEFTOVERS) também marca um papel muito bom, com Alexandra, a filha do editor Nathan Lane (sempre um ponto positivo do elenco).

Como se vê, há muita coisa boa em O DESPARECIMENTO DE SIDNEY HALL, apesar das fraquezas já referidas. Quem lê as críticas dirgidas ao filme, tem a errada impressão de quem não há nada de positivo no filme.

Quem arriscar uma visita ao filme, vai, com certeza, ter muitos momentos bons. Bem mais que os ruins.

Shawn Christensen’s THE VANISHING OF SIDNEY HALL was destroyed by critics in 2017, when of its release. Available in AMAZON PRIME , the film has several very interesting aspects, such as its cast, several very creative scenes and fascinating characters, both in its construction and in the sentences that the script gives them.


It is correct that – as well as its brother LIFE AS ITSELF – the film falls into the trap of pretending to be dramatic, multiply the tragic deaths of the characters, creating an artificial catastrophism in the life of the protagonist.


Even so, the fragmented narrative (going back and forth in time) permanently maintains the interest of the viewer who wants to know what happened to the young disappeared author. This quest is very well told, by the character of Kyle Chandler, that we will only understand who he is (and the reasons for his quest) almost at the end of the film.

Sidney Hall is the young actor Logan Lerman, of THE PERKS OF BEING A WALLFLOWER and the PERCY JACKSON series. The women in the movie are all great. Michelle Monaghan , Sidney’s mother is excellent. Elle Fanning is always a fascinating actress. And Margaret Qualey (from the LEFTOVERS series) also plays a very good role, as Alexandra, the daughter of Nathan Lane (always a high point of the cast).

As you can see, there is much good in SIDNEY HALL, despite the weaknesses already mentioned. Who reads the criticisms directed to the film has the wrong impression that there is nothing positive in the film.

Who risks a visit to the film, will certainly have many good moments. More than the bad ones.