SUPREMA (ON THE BASIS OF SEX), de Mimi Leder é um filme espetacular sobre toda forma de preconceito que busca impedir a evolução do ser humano.

Narra a história da professora e advogada Ruth Bader Ginsburg que foi a primeira mulher a integrar a Suprema Corte norte-americana. Antes disto, formada em Harvard e Columbia, ela se destacou por patrocinar como advogada causas célebres e precursoras alegando a inconstitucionalidade de diversas leis que continham regras discriminatórias de gênero.

A protagonista do filme é a jovem e ótima Felicity Jones (a atriz inglesa indicada ao Oscar e vencedora do BAFTA por seu trabalho em A TEORIA DE TUDO e famosa por ROGUE ONE, da franquia STAR WARS). Ela dá um show de emoção e talento na luta da personagem pelo fim das leis discriminatórias de gênero nos anos 50 e 60.

A seu lado o irregular Armie Hammer faz seu melhor trabalho como o jovem advogado tributarista Martin Gisnburg. Ainda no excepcional elenco, Kathy Bates, Sam Waterston, Justin Theroux e a iniciante atriz e cantora Cailee Spaenny (VICE).

Toda forma de preconceito é um atraso no progresso social, afetivo e profissional da humanidade. O filme enfoca o inacreditável preconceito que ainda existia frente às mulheres nos Estados Unidos por volta dos anos 50, 60, 70 e 80.

Trata-se de uma história altamente motivadora, emocionante e repleta de pensamentos maravilhosamente escritos pelo ótimo roteiro de autoria de Daniel Stiepleman (NEWSROOM da HBO).

A diretora Mimi Leder tem em seu currículo dois blockbusters de ótimo nível: O PACIFICADOR, com Nicole Kidman e George Clooney e IMPACTO PROFUNDO, com Morgan Freeman, Elisha Wood, Robert Duvall e Téa Leoni. Venceu dois prêmios EMMY por dirigir episódios da série E.R.

Por seu profundo conteúdo humanista, recomenda-se SUPREMA para todas as pessoas preocupadas com a evolução humana. Mas principalmente para as advogadas. Certamente cada uma delas se verá um pouco na extraordinária história de Ruth Ginsburg.

Mimi Leder’s ON THE BASIS OF SEX is a spectacular film about any form of prejudice that seeks to prevent human evolution.

It tells the story of the teacher and lawyer Ruth Bader Ginsburg who was the first woman to join the US Supreme Court. Prior to this, graduated from Harvard and Columbia, she stood out for sponsoring as a lawyer, famous causes and precursors claiming the unconstitutionality of several laws that contained discriminatory rules of gender.

The protagonist of the film is young and great Felicity Jones (the Academy Award-nominated British actress and BAFTA winner for her work on THE THEORY OF EVERYTHING and famous for ROGUE ONE of the STAR WARS franchise). She gives a show of emotion and talent in the character’s struggle to end discriminatory gender laws in the 1950s and 1960s.

At her side the erratic Armie Hammer does his best job as the young tax lawyer Martin Gisnburg. Still in the exceptional cast, Kathy Bates, Sam Waterston, Justin Theroux and the beginning actress and singer Cailee Spaenny (VICE).

Every form of prejudice is a delay in the social, affective and professional progress of humanity. The film focuses on the unbelievable prejudice that still existed against women in the United States in the 1950s, 60s, 70s, and 80s.

This is a highly motivating, thrilling story filled with thoughts wonderfully written by Daniel Stiepleman’s (HBO’s NEWSROOM) great script.

Director Mimi Leder has two top-rated blockbusters: THE PACIFIER, with Nicole Kidman and George Clooney and DEEP IMPACT, with Morgan Freeman, Elisha Wood, Robert Duvall and Téa Leoni. She won two EMMY awards for directing episodes of the E.R series.

Because of its deep humanistic content, ON THE BASIS OF SEX is higly recommended for all people concerned with human evolution. But mostly for female lawyers. Certainly each of them will se herself a little bit at the extraordinary story of Ruth Ginsburg.