THE POISON ROSE: Alguma Coisa Poderia Ser Pior em um Filme ?

O ponto de partida de POISON ROSE (ROSA VENENOSA) era muito promissor. Um detetive particular alcoólatra e endividado de Los Angeles é procurado por uma mulher misteriosa que quer contratá-lo para encontrar a mãe dela que sumiu na cidade de Galveston, Texas. Acontece que é justamente a cidade natal do protagonista que saiu fugido de lá há mais de vinte anos, depois de um escândalo de apostas ilegais em jogos universitários, deixando credores, um antigo amor, amigos poucos e inimigos muitos.

A sedução de um cheque com vários zeros leva o mocinho a aceitar o desafio. ROSA VENENOSA, filme que ainda vai ser lançado nos cinemas americanos já chegou ao ITUNES, o que quase sempre é um mau sinal.

A partir deste ponto de partida, cessam os acertos e se acumulam erros grosseiros de roteiro, elenco, personagens pífios, situações patéticas, planos mirabolantes e um desfecho inacreditavelmente amador.

John Travolta (quase irreconhecível) envelhecido e desleixado, Morgan Freeman burocrático (os filmes em que ele faz o vilão são invariavelmente ruins), Famke Janssen (com vestidos que parecem saídos de um outlet barato), Brendan Fraser horroroso (nunca foi um ator sequer razoável, mas aqui exagera em um personagem caricato), Peter Stormare e Robert Patrick compõem um elenco que se bem dirigido poderia render. O roteiro paupérrimo e uma direção incompetente destroem qualquer chance de êxito. A filha de John Travolta, Ella Bleu Travolta talvez seja o único suspiro do cast.

Os filmes noir se caracterizam por boas histórias, ótimos personagens (o detetive anti-herói, a femme fatale, o vilão convicto) e cenas memoráveis. Nada disto aparece em THE POISON ROSE.

The starting point of POISON ROSE was very promising. An alcoholic and broken P.I. from Los Angeles is hired by a mysterious woman who wants to to find her mother who disappeared in the city of Galveston, Texas. It turns out that it is just the hometown of the protagonist who ran away from there more than twenty years ago, after a scandal of illegal gambling at university football games, leaving creditors, an old love, few friends and many enemies.

The seduction of a bank check with huge numbers leads the good guy to accept the challenge. POISON ROSE, a movie still to be released in theaters has already reached ITUNES, which is almost always a bad sign.

From this point on, anything good ceases and the film accumulates huge mistakes of script, cast, filthy characters, pathetic situations, crazy plans and an incredibly amateur ending.

John Travolta (almost unrecognizable) aged and sloppy, Morgan Freeman bureaucratic (the films in which he makes the villain are invariably bad), Famke Janssen (with dresses that look bought from a cheap outlet), Brendan Fraser hideous (never been a good actor, but here he exaggerates in a caricature character), Peter Stormare and Robert Patrick compose a cast that if well directed could hit a goal. The poor script and an incompetent direction destroy any chance of success. John Travolta’s daughter Ella Bleu Travolta, may be the cast’s only sigh.

Noir films usually feature good stories, great characters (the anti-hero detective, the femme fatale, the convicted villain) and memorable scenes. None of this appears in THE POISON ROSE.

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