DIANA, cinebiografia de Lady Di, dirigido pelo alemão Oliver Hirschbiegel é de 2013. Eu ainda não tinha visto porque sempre achei que, apesar de ser estrelado pela ótima atriz inglesa Naomi Watts (indicada para dois Oscars por IMPOSSÍVEL e 21 GRAMAS e protagonista do excepcional CIDADE DOS SONHOS, de David Lynch), seria uma óbvia e quadrada biografia da celebridade real que teve final trágico em Paris.

O diretor de nome impronunciável Hirschbiegel tem em seu currículo o horroroso filme de ficção científica INVASÃO (o maior desperdício de Nicole Kidman e Daniel Craig da história do cinema), mas também fez um ótimo episódio da maravilhosa série da SHOWTIME BILLIONS.

Como uma agradável surpresa, o filme é totalmente centrado no romance pouco conhecido de Diana com um cirurgião cardíaco paquistanês, depois de seu divórcio do Príncipe Charles e antes de seu envolvimento com o magnata Dodi Faied.

A produção, além de acertar em chieo na escolha do tema central, fugiu de episódios conhecidos e tendentes a monotonia como as brigas reais, Camila Parker Bowles, os filhos príncipes e o acidente de Paris, todos presentes de forma bem satelital.

DIANA também acerta ao não idealizar a Princesa. Ela é mostrada como uma mulher frágil, solitária, desamparada e cheia de hesitações. O casamento de pincesa terminou sendo uma armadilha de onde ela tinha muita dificuldade em sair.

As cenas de seu trabalho humanitário, assim como suas escapads românticas para tentar viver sua vida igualmente geram cenas inteligentes, bem escritas e interessantes de se ver.

Ajudou bastante ter um ótimo ator a contracenar com Naomi Watts, o inglês descendente de indianos Naveen Andrews (de LOST, VALENTE com Jodie Foster e SENSE 8). Ele faz um médico apaixonado pelo trabalho, pela vida e pela nova namorada, embora não tenha forças para lidar com a situação sufocante e difícil de lidar.

DIANA termina sendo um bom filme de se ver. Lembra a mulher mais famosa de sua época sem pieguices, sentimentalismos ou panfletarismo. É apenas um retrato da vida de uma Princesa solitária que morreu tragicamente infeliz.

DIANA, a film directed by the German Oliver Hirschbiegel, is from 2013. I had not seen it because I always thought that despite being starring the great English actress Naomi Watts (nominated for two Oscars for IMPOSSIBLE and 21 GRAMS and star of the exceptional MULLHOLAND DRIVE, by David Lynch), would be an obvious and square biography of Lady Di, the RoyalPrincess that had a tragic ending in Paris.

Hirschbiegel has on his resume the horrific science fiction film THE INVASION (the biggest waste of Nicole Kidman and Daniel Craig in film history), but it also made a great episode of the wonderful SHOWTIME BILLIONS series.

As a pleasant surprise, the film focuses entirely on Diana’s little-known romance with a Pakistani heart surgeon, following her divorce from Prince Charles and before her involvement with tycoon Dodi Faied.

The Production, in addition to make a goal on the choice of the central theme, escaped familiar and monotonous episodes such as the royal quarrels, Camilla Parker Bowles, the Prince children and the accident of Paris, all present in a very satellital way.

DIANA also agrees not to idealize the Princess. She is shown as a fragile, lonely woman, helpless and full of hesitations. The fairytale wedding ended up being a trap from where she had a hard time quitting.

The scenes of her humanitarian work, as well as her romantic escapades to try to live his life equally generate intelligent scenes, well written and interesting to see.

It helped a lot to have a great actor opposite Naomi Watts, the English descendant of Indian Naveen Andrews (from LOST, THE BRAVE ONE with Jodie Foster and SENSE 8). He makes a doctor passionate about work, life, and the new girlfriend, although he does not have the strength to deal with the stifling and difficult situation.

DIANA ends up being a good movie to see. It reminds one of the most famous woman of recent time without fondness, sentimentality or panfletarism. It’s just a portrait of the life of a lonely princess who died tragically unhappy.