CORPOS ARDENTES: Obra Prima do Policial Noir Feita há 38 Anos Atrás Marcou a Estréia Genial de Lawrence Kasdan como Diretor

CORPOS ARDENTES, de Lawrence Kasdan é uma obre prima do gênero policial noir. A revisão do filme, 38 anos depois de feito segue impactante, principalmente tendo-se em conta que era a estreia do jovem Kasdan (então com 32 anos) na direção.

Uma história perfeita (o roteiro de autoria do próprio Kasdan), atores excepcionais (William Hurt perfeito, Kathleen Turner no auge de sua beleza, Ten Danson genial como o Promotor, Mickey Rourke, Richard Crenna), uma trilha sonora deslumbrante de John Barry (dos melhores scores dos anos 80), uma fotografia quente construíram um filme genial, que a gente não cansa de ver ou rever.

Talvez a maior nota do filme até sua metade seja a extrema sensualidade de suas cenas e diálogos, conduzindo a relação entre o advogado Ned Racine e Matty Walker para uma paixão avassaladora que os levará ao crime.

Há muitas cenas antológicas em CORPOS ARDENTES: o palhaço no carro vermelho, o travelling da câmera na cena em que os amantes decidem cometr o crime, a alternância das cenas com ruídos ambientes e a trilha sonora inspiradíssima.

O gênero do policial noir gerou inúmeras obras primas no cinema. Apenas para citar alguns, temos Relíquia Macabra, A Marca da Maldade, à Beira do Abismo, Gilda, O Terceiro Homem. CORPOS ARDENTES é um legítimo herdeiro destas inesquecíveis obras do cinema.

Impecavelmente bem criado e realizado, CORPOS ARDENTES deve ser visto e revisto por quem ama um filme de excelência.

BODY HEAT, by Lawrence Kasdan is a masterpiece of the police noir genre. The review of the film, 38 years after it is made, remains impactful, especially given that it was the debut of young Kasdan (then 32) in the direction.

A perfect story (Kasdan’s own script), exceptional actors (William Hurt perfect, Kathleen Turner at the height of her beauty, a genius Ted Danson as the D.A., Mickey Rourke, Richard Crenna), a stunning soundtrack by John Barry (one of the best scores of the 80s), a hot photograph built a great movie that we never get tired of seeing or reviewing.

Perhaps the film’s highest note is the extreme sensuality of its scenes and dialogues, driving the relationship between attorney Ned Racine and Matty Walker to an overwhelming passion that will lead them to crime.

There are many anthological scenes in BODY HEAT: the clown in the red car, the camera travelling in the scene where lovers decide to commit crime, the alternation of scenes with ambient noises, and the highly inspired soundtrack.

The genre of police noir has generated numerous masterpieces in the cinema. Just to name a few, we have THE MALTESE FALCON, TOUCH OF EVIL, THE BIG SLEEP, GILDA, THE THIRD MAN. BODY HEAT is a legitimate heir to these unforgettable works of cinema.

Impeccably well created and realized, BODY HEAT should be seen and reviewed by anyone who loves a movie of excellence.

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