BETTER THAN US: Série de Ficção Científica Russa é Longa, Monótona e Perde Boas Possibilidades

A NETFLIX colocou em seu cartel de séries a produção russa em 16 capítulos (primeira e segunda temporadas) BETTER THAN US (LUCHSHE, CHEM LYUDI), narrando as peripécias de vários personagens em torno de um robô de alta tecnologia que não respeita os dogmas de não matar humanos.

Tudo na realidade é pretexto para exibir lindas mulheres russas “interpretando” robôs, normalmente em trajes sumários ou em situações insinuantes de erotismo. A suposta trama que refletiria sobre os riscos da automação parece perdida em uma história muito mal amarrada.

O personagem principal, por exemplo, é um médico legista interpretado por Kirill Karó, que em determinado momento vira uma espécie de James Bond, saindo a fazer investigações, participando de perseguições e tiroteios e matando pessoas em maior quantidade do que examina no necrotério.

A beldade principal é a modelo russa Paulina Andreeva, que faz a robô assassina Arisa, capaz de se auto programar. Ela foi ilegalmente importada da China pelo ambicioso industrial russo Toropov (Aleksander Ustyugov), sedento por aumentar os lucros de sua empresa CRONOS.

Em meio a espionagem, ganância, traições, corrupção e robôs assassinos, ainda há o cado de divórcio litigioso do protagonista, com a discussão com a ex-esposa sobre a guarda dos filhos, já que ela pretende se mudar para va Austrália. E ainda uma organização terrorista chamada “The Liquidators” que prega a guerra armada contra os robôs.

É muita confusão e abordagens superficiais em uma série só. O resultado é completamente irregular criando monotonia e tédio para o espectador que se arriscar a ver os 16 episódios.

BETTER THAN US poderia ter sido uma boa série da ficção científica, ao estilo WESTWORLD da HBO. Não soube aproveitar a oportunidade.

NETFLIX has released in its series cartel a Russian production in 16 chapters (first and second seasons) BETTER THAN US (LUCHSHE, CHEM LYUDI), narrating the adventures of various characters around a high-tech robot that does not respect the dogmas of not killing humans.

Everything is really a pretext for showing beautiful Russian women “playing” robots, usually in brief attire or insinuating erotic situations. The supposed plot that would reflect on the risks of automation seems lost in a very badly tied story.

The main character, for example, is a coroner played by Kirill Karó, who at one point becomes a kind of James Bond, going out to investigate, participating in chases and shootings, and killing more people than he examines in the morgue.

The main beauty is the Russian model Paulina Andreeva, who makes the killer robot Arisa, capable of self-programming. It was illegally imported from China by ambitious Russian industrialist Toropov (Aleksander Ustyugov), eager to boost profits from his company CRONOS.

Amid spying, greed, betrayal, corruption and murderous robots, there is still the protagonist’s contentious divorce quarrel, with the discussion with his ex-wife about child custody as she intends to move to Australia. . And yet a terrorist organization called “The Liquidators” that preaches the armed war against the robots.

It’s a lot of confusion and shallow approaches in one series. The result is completely irregular creating monotony and boredom for the viewer who risks seeing the 16 episodes.

BETTER THAN US could have been a good HBO WESTWORLD-style science fiction series. I didn’t take the opportunity.

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