CARNIVAL ROW: Fadas, Mutantes, Aliens, Crimes, Monstros e Detetives na Nova Série Alucinógena e Enlouquecida da AMAZON

Eu tenho um grande fascínio por livros e filmes que criam um universo paralelo, onde a regra é não haver regras, onde a criatividade do criador não tem barreiras, porque tudo que ele sonhar é permitido. Nesta linha, admiro muito O SENHOR DOS ANÉIS, HARRY POTTER, STAR WARS, JORNADA NAS ESTRELAS, X-MEN, mundos criados por autores geniais, que permitem nossa imaginação voar livremente.

A AMAZON PRIME VIDEO lançou nesta semana a série original CARNIVAL ROW, uma história passada em um universo vitoriano, em época indeterminada, onde convivem fadas e humanos, mutantes e policiais violentos, liberdade para voar e repressão aos imigrantes, serial killers e humanismo.

A origem de tudo é um mundo fantasioso invadido pelos homens, o que levou alguns sobreviventes a se mudar como imigrantes para um gueto da cidade grande, onde são perseguidos por uma aparato repressivo que não lhes permite voar.

O quadro geral é anárquico, lisérgico, alucinante e, ao mesmo tempo, deslumbrante. Cada vez que a história está fincando pé na realidade, alguma fada liberta suas asas e sai a voar em lindas cenas lúdicas e criativas.

Visualmente deslumbrante, CARNIVAL ROW tem tanta informação que somente assisti o primeiro episódio dos oito que compõem a primeira temporada. É muita coisa para digerir de uma vez só.

Claro que os principais atrativos ficam claros logo de cara: um visual de tirar o fôlego, tipos excêntricos a granel, uma história policial em que o mocinho detetive persegue um serial killer que dizima as fadinhas, um romance proibido entre o protagonista e a mais linda fada do cinema e política e corrupção nas altas escalas governamentais.

O duo central de atores, Orlando Bloom (PIRATAS DO CARIBE e SENHOR DOS ANEIS) como o Detetive Rycroft Philostrate e a jovem e ascendente atriz inglesa Cara Delevingne, como a fada Vignette Stonemoss (ótimos nomes para personagens) segura a barra muito bem, seja nas cenas românticas, de sexo (de alta tensão, com farta nudez como é próprio das séries adultas dos serviços de streaming) ou de suspense, na caça ao assassino cruel. É sempre ótimo ver os dois contracenando.

O elenco de apoio – também como é comum nas produções deste gênero – tem muitas figurinhas conhecidas, como Indira Varma (mulher de LUTHER), Karla Crome (UNDER THE DOME), Julian Stone (STAR WARS: O ÚLTIMO JEDI e CASTLE), a linda australiana Maeve Dermody (MEDO PROFUNDO), David Gyasi (INTERSTELLAR e BATMAN O CAVALEIRO DAS TREVAS) e Jared Harris (SHERLOCK HOLMES de Guy Ritchie). Ter inúmeros ótimos atores de backgrounds e nacionalidades diversas acentua a batida de multiculturalidade e diversidade que a série quer assumir e proporciona ao espectador o prazer adicional de ver grandes intérpretes vivendo ótimos personagens.

Meu primeiro juízo sobre CARNIVAL ROW é altamente positivo. Não é um programa qualquer. Há tanta criatividade e informação juntas, que quem se dispuser a entrar neste universo tem que se munir de paciência e atenção redobradas. CARNIVAL ROW é tão instigante quanto provocador e complexo. Um mundo de fadas e assassinos.

I have a great fascination for books and films that create a parallel universe, where the rule is “there is no rules”, where the creativity of the creator has no barriers, because everything he dreams of is allowed. In this line, I very much like The Lord of the Rings, Harry Potter, Star Wars, Star Trek, X-Men, worlds created by genius authors who allow our imagination to fly freely.

AMAZON PRIME VIDEO released this week another excellent original series CARNIVAL ROW, a story set in an indefinite Victorian universe where fairies and humans, mutants and violent policemen, freedom to fly and repression of immigrants, serial killers and humanism live side by side.

The origin of everything is a fantasy world invaded by men, which led some survivors to move to a big city ghetto, where they are chased by a repressive apparatus that does not allow them to fly.

The overall picture is anarchic, lysergic, mind-blowing and at the same time dazzling. Every time the story is setting foot in reality, some fairy releases her wings and flies in beautiful playful and creative scenes.

Visually stunning, CARNIVAL ROW has so much information that I only watched the first episode of the eight that make up season one. It’s a lot to digest at once.

Of course the main attractions are clear right away: a breathtaking look, eccentric bulk types, a detective story where the good guy chases a serial killer who decimates the fairies, a forbidden romance between the protagonist and the most beautiful fairy of cinema and politics and corruption at the highest levels of government.

The central duo of actors Orlando Bloom (PIRATES OF THE CARIBBEAN and LORD OF THE RINGS) as Detective Rycroft Philostrate and the young and rising English actress Cara Delevingne, as the fairy Vignette Stonemoss (great character names) holds the level very well, whether in romantic scenes, sex (high tension, with full nudity as is proper of adult films from streaming services) or suspense, in the hunt for the cruel killer. It’s always great to see both of them playing.

The supporting cast – as is common in productions of this genre – has many well-known figurines, such as Indira Varma (LUTHER‘s wife), Karla Crome (UNDER THE DOME), Julian Stone (STAR ​​WARS: LAST JEDI and CASTLE), the beautiful Australian Maeve Dermody (DEEP FEAR), David Gyasi (INTERSTELLAR and BATMAN THE DARK KNIGHT) and Jared Harris (SHERLOCK HOLMES by Guy Ritchie). Having countless great actors from diverse backgrounds and nationalities accentuates the multicultural and diverse beat the show wants to take on and gives the viewer the added pleasure of seeing great performers live great characters.

My first judgment about CARNIVAL ROW is highly positive. It is not just any program. There is so much creativity and information together that anyone who is willing to enter this universe must be equipped with increased patience and attention. CARNIVAL ROW is as thought provoking as it is provocative and complex. A world of fairies and killers.

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