TODOS OS HOMENS DO PRESIDENTE: JORNALISMO, CENSURA E CORAGEM

Como hoje seria o aniversário de Richard Nixon, lembrei de um dos maiores filmes políticos da história do cinema, também um clássico sobre a profissão de jornalista e sobre a liberdade de expressão. É TODOS OS HOMENS DO PRESIDENTE, maravilhoso filme que o cineasta Alan J. Pakula fez sobre o caso WATERGATE, a partir do livro dos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein.

Robert Redford e Dustin Hoffman (absolutamente perfeitos) são os protagonistas as investigação jornalística que forçou a renúncia do Presidente Nixon. O trabalho de toda equipe do WASHINGTON POST, sob a batuta do Editor Ben Bradley (oscarizado trabalho de Jason Robards) é mostrado em todo detalhe e toda dificuldade, principalmente as ameaças de censura e retaliações de parte da Casa Branca assim que a matéria começa a tomar forma. Certa vez assisti pessoalmente Ben Bradley dar uma palestra na redação do CORREIO BRASILIENSE.

Cenas que se tornaram clássicas (como os encontros com o informante “Garganta Profunda” nas garagens de prédios em D.C. ou os seguidos contratempos pelo recuo de testemunhas atemorizadas fazem do filme quase um épico.

Na realidade, TODOS OS HOMENS DO PRESIDENTE é uma aula de jornalismo e de como as instituições tem que funcionar, para que um escândalo daquela gravidade e proporção não ficasse oculto e impune.

Trata-se de um filme clássico.

As today would be Richard Nixon’s birthday, I remembered one of the greatest political films in film history, also a classic about the journalism and freedom of expression. It’s ALL THE PRESIDENT’S MEN, a wonderful film that filmmaker Alan J. Pakula made about the WATERGATE affair from the book of journalists Bob Woodward and Carl Bernstein.


Robert Redford and Dustin Hoffman (absolutely perfect) are the protagonists in the journalistic investigation that forced the resignation of President Nixon. The work of the entire WASHINGTON POST team under the baton of Editor Ben Bradley (oscarized work by Jason Robards) is shown in every detail and every difficulty, especially the threats of censorship and retaliation from the White House as the story begins. take shape. Some years ago I saw Ben Bradley give a speech for journalists in the CORREIO BRASILENSE’s newsroom.

Scenes that have become classic (such as encounters with the “Deep Throat” informant in the building garages in D.C. or the ensuing setbacks by the retreat of frightened witnesses make the film almost epic.

In reality, ALL MEN OF THE PRESIDENT is a journalism class and how institutions have to work, so that a scandal of that gravity and proportion would not be hidden and unpunished.

It’s a classic movie.

One Reply to “TODOS OS HOMENS DO PRESIDENTE: JORNALISMO, CENSURA E CORAGEM”

  1. Adoro esse filme. um clássico. Na verdade todos os filmes feitos nos anos 70 são ótimos.

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