HOMELAND Temporada 8: Final da Série Inicia Ótima Mostrando Carrie contra as Janelas Fechadas

Sou um fã de primeira hora da série HOMELAND, do Canal Showtime, aqui exibida desde o início pela HBO. Carrie Mathisson, a agente da CIA com bipolaridade iniciou sua carreira sendo a única a desconfiar da lealdade do Coronel Nicholas Brody, uma americano resgatado depois de anos preso pelo Talibã.

Gostei muito das primeiras três temporadas. Como em quase todas as séries, HOMELAND perdeu um pouco de fôlego nas temporadas subsequentes assumindo ares de outras produções de espionagem e ação contínua, sacrificando a dramaticidade e a profundidade de seus personagens principais.

Fui com muita curiosidade ver o primeiro episódio desta oitava e última temporada, exibido neste domingo. Achei excelente. Carrie acaba de ser solta depois de anos como prisioneira dos russos e passa exatamente pela mesma desconfiança que fez Brody experimentar na primeira temporada. A diferença é que – como a história é narrada pelo ponto de vista de Carrie – as dúvidas sobre sua lealdade afetam ela própria.

O trabalho de Claire Danes (dois Globos de Ouro e dois Emmy Awards) sempre foi fora de série. Carrie é o personagem da vida dela. Criar uma personagem que alterna momentos de extrema fragilidade (na paixão por Brody ou nas cenas de hospitais) com a fortaleza de uma super agente da CIA encarregada de missões de alta complexidade é um trabalho primoroso.

A galeria de tipos de HOMELAND igualmente é muito boa: Saul Berenson (mentor de Carrie na CIA), Linus Roache, Hugh Dancy e Beau Bridges estão entre os atores desta última temporada.

Neste primeiro episódio, em duas ocasiões, Carrie tenta abrir as janelas (do carro e de seu quarto) sem sucesso. A busca por ar é frustrada em um mundo onde o medo é prevalente. Brilhante metáfora.

HOMELAND parece que voltou a seu altíssimo nível de dramaticidade. Como fã das aventuras (e desventuras) de Carrie e sua turma, vou olhar bem de perto.

I am a first-time fan of the Showtime Channel’s HOMELAND series, shown here from the beginning by HBO. Carrie Mathisson, the CIA agent with bipolarity started her career by being the only one to suspect the loyalty of Colonel Nicholas Brody, an American soldier rescued after years in prison by the Taliban.

I really enjoyed the first three seasons. As in almost all series, HOMELAND lost a little breath in subsequent seasons taking on the air of other espionage and continuous action productions, sacrificing the drama and depth of its main characters.

I was very curious to see the first episode of this eighth and last season, shown on this Sunday. I thought it was excellent. Carrie has just been released after years as a prisoner of the Russians and experiences exactly the same distrust that Brody experienced in the first season. The difference is that – as the story is told from Carrie’s point of view – doubts about her loyalty affect herself.

The work of Claire Danes (two Golden Globes and two Emmy Awards) has always been outstanding. Carrie is the character of her life. Creating a character that alternates moments of extreme fragility (in the passion for Brody or in the hospital scenes) with the strength of a super CIA agent in charge of highly complex missions is an exquisite job is a superb task.

The HOMELAND type gallery is also very good: Saul Berenson (Carrie’s mentor at the CIA lived by the great Mandy Pantinkin), Linus Roache, Hugh Dancy and Beau Bridges are among the actors of this last season.

In this first episode, on two occasions, Carrie tries unsuccessfully to open the windows (of the car and her room). The search for air is thwarted in a world where fear is prevalent. Brilliant metaphor.

HOMELAND seems to have returned to its very high level of drama. As a fan of the adventures (and misadventures) of Carrie and her gang, I will look closely.

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