A INTERPRETAÇÃO DO ASSASSINATO: Um Excelente Thriller Escrito por um Professor de Direito de Yale Pode Virar Filme

Meu amigo Gabriel Magadan me recomendou um livro extraordinário, A INTERPRETAÇÃO DO ASSASSINATO (THE INTERPRETATION OF MURDER), escrito pelo Professor de Direito Constitucional de Yale, Jeb Rubenfeld.

Já estou próximo da metade e a história está absolutamente fascinante. No dia da primeira e única visita de Sigmund Freud a Nova Iorque, em 1909, o assassinato de uma jovem com requintes de crueldade em uma cobertura de luxo, provoca pânico nas autoridades. No dia seguinte, outra jovem é encontrada torturada brutalmente, amarrada ao lustre Chandalier da casa de seus pais. Traumatizada e em estado de choque ela sofre de afonia (impossibilidade de falar).

O psiquiatra (ficcional) Stratham Younger – ao lado do próprio Freud – vão tentar extrair da segunda moça dados sobre o serial killer. Aparecem na história personagens reais (Carl Jung, Sandór Ferenczi, George B. McClellan, Prefeito de Nova Iorque, por exemplo) e personagens fictícios (Nora Acton, a pessoa traumatizada baseada em Ida Bauer do “Estudo de Caso de Dora”, escrito por Freud).

Localizei no IMDB uma notícia de qua a Warner havia adquirido os direitos do livro e que o roteirista Alex Holmes estaria trabalhando a história. Depois disto, mais nenhuma notícia.

Não tenho dúvida de que daria um excelente filme. Nova Iorque do início do século, Sigmund Freud e serial killer (pela ótica de um professor de Yale) são elementos de sobra para um excelente thriller.

Rubenfeld escreveu vários livros jurídicos e voltou à ficção (neste com Freud e Marie Curie) em O INSTINTO DA MORTE.

My friend Gabriel Magadan recommended an extraordinary book, THE INTERPRETATION OF MURDER, written by Yale Professor of Constitutional Law, Jeb Rubenfeld.

I am already close to half and the story is absolutely fascinating. On the day of Sigmund Freud‘s first and only visit to New York, in 1909, the murder of a young woman with cruelty refinements in a luxury penthouse, causes panic in the authorities. The next day, another young woman is found brutally tortured, tied to the Chandalier in her parents’ house. Traumatized and in shock she suffers from aphonia (inability to speak).

The (fictional) psychiatrist Stratham Younger – alongside Freud himself – will try to extract data about the serial killer from the second girl. Real characters appear in the story (Carl Jung, Sandór Ferenczi, George B. McClellan, Mayor of New York, for example) and fictional characters (Nora Acton, the traumatized person based on Ida Bauer from “Dora’s Case Study”, written by Freud).

I found on IMDB a news story that Warner had acquired the rights to the book and that screenwriter Alex Holmes would be working on the story. After that, no more news.

I have no doubt that it would make an excellent film. New York at the beginning of the century, Sigmund Freud and serial killer (from the perspective of a Yale professor) are plenty of elements for an excellent thriller.

Rubenfeld wrote several books, returning to historical fiction in THE DEATH INSTINCT, about Wall Street bombing, in 1920, this time with Freud and Marie Curie.

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