JOURNAL 64: O quarto e melhor Filme da Série DEPARTMENT Q é Muito Difícil de Encontrar

Muitos amigos meus pedem que eu sempre indique aqui no Blog onde achar os filmes comentados. Sempre indico um site (www.justwatch.com) que mapeia os serviços de streaming onde cada filme está disponível. Claro que inclui os serviços americanos, mas é uma boa indicação. Serviços brasileiros de streaming tendem a demorar alguns meses a mais para veicular os filmes.

Anos atrás foram lançados três filmes de longa metragem agrupados sob o nome DEPARTMENT Q. Eram histórias do trabalho de dois policiais dinamarqueses que lideram um setor da polícia local encarregada de crimes em série, crimes religiosos e crimes pouco ortodoxos. Os protagonistas eram os atores Nikolaj Lie Kaas (como Carl, um policial brilhante mas incapaz de se emocionar) e Fares Fares (ator libanês vivendo Assad outro policial de elite mais humano que seu colega). Os títulos dos três ótimos filmes eram GUARDIÕES DAS CAUSAS PERDIDAS, O AUSENTE e UMA CONSPIRAÇÃO DE FÉ, todos disponíveis no NOW e na Apple TV+.

Vi que em 2018, um quarto filme foi lançado com os mesmos personagens do DEPARTMENT Q, intitulado JOURNAL 64 ou THE PURITY OF VENGEANCE, dirigido pelo cineasta dinamarquês Christopher Boe. Foi extremamente difícil de achar. Apenas comprando o Bluray na Amazon consegui acessar o filme.

É o melhor filme da franquia. Conta uma horripilante história do achado de três corpos mumificados atrás de uma parede em um apartamento velho em Kopenhagen. Encarregados do caso os policiais do DEPARTMENT Q (Carl e Assad, este às vésperas de ser promovido para outro setor), eles mergulham em um terrível esquema de esterilização de jovens imigrantes e dinamarquesas pobres por um grupo de médicos ilustres que acreditam em uma raça pura.

A narrativa se passa em dois tempos paralelos: 1961, quando as moças eram levadas à força para uma ilha prisão e 2020, quando Carl e Assad investigam quem matou aquelas três pessoas.

Como nos capítulos anteriores do DEPARTMENT Q, JOURNAL 64 é brilhantemente narrado, roteirizado e interpretado. Trata-se de um thriller pulsante, poderoso, emocionante e cheio de suspense. Impossível não se deixar tocar pela história dramática mostrada no filme.

Longa vida para o DEPARTMENT Q, Carl e Assad. As histórias do escritor dinamarquês Jussi-Adlen Olsen são nada menos que empolgantes. Tomara que venham outros filmes por aí. Espero que muito breve JOURNAL 64 esteja disponível nos serviços de streaming mais acessíveis (já se anuncia na Aplle TV+). É imperdível.

Many friends of mine ask me to always indicate here on the Blog where to find the commented films. I always recommend a website (www.justwatch.com) that maps the streaming services where each film is available. Of course it includes American services, but it is a good indication. Brazilian streaming services tend to take a few more months to air the films.

Years ago, three feature films were released grouped under the name DEPARTMENT Q. They were stories of the work of two Danish policemen who lead a section of the local police in charge of serial crimes, religious crimes and unorthodox crimes. The protagonists were actors Nikolaj Lie Kaas (excellent like Carl, a brilliant policeman but unable to get emotional) and Fares Fares (Lebanese actor living Assad, another elite policeman more humane than his colleague). The titles of the three great films were THE KEEPER OF LOST CAUSES, THE ABSENT ONE and A CONSPIRACY OF FAITH, all available on NOW and Apple TV +.

I saw that in 2018, a fourth film was released with the same characters from DEPARTMENT Q, entitled JOURNAL 64 or THE PURITY OF VENGEANCE, directed by Danish filmmaker Christopher Boe. It was extremely difficult to find. Only by buying Bluray on Amazon I was able to access the film.

It’s the best film in the franchise. It tells a horrifying story of the finding of three mummified bodies behind a wall in an old apartment in Kopenhagen. In charge of the case, DEPARTMENT Q police officers (Carl and Assad, on the eve of being promoted to another sector), they immerse themselves in a terrible sterilization scheme for young immigrants and poor Danes by a group of illustrious doctors who believe in a pure race .

The narrative takes place in two parallel times: 1961, when the girls were forcibly taken to a prison island and 2020, when Carl and Assad investigate who killed those three people.

As in previous chapters of DEPARTMENT Q, JOURNAL 64 is brilliantly narrated, scripted and interpreted. It is a pulsating, powerful, touching and suspenseful thriller. It is impossible not to be touched by the dramatic story shown in the film.

Long life for DEPARTMENT Q, Carl and Assad. The stories of the Danish writer Jussi-Adlen Olsen are nothing short of exciting. I hope other films come around. I hope that very soon JOURNAL 64 will be available on the most accessible streaming services (it is already announced on Aplle TV +). It is a must.

Anúncios

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.