HOME BEFORE DARK: Novo Original da Apple TV+ Mostra Caso Real da Menina de 9 Anos Investigando Crime em Jornal Eletrônico

O novo show original da Apple TV+, HOME BEFORE DARK traz a história de uma menina de 9 anos que tem um jornal eletrônico e, quando sua família se muda para a pequena cidade de Erie Harbour, Washington, resolve ir atrás da solução de um crime ocorrido 25 anos atrás, quando o menino que era o melhor amigo de seu pai desapareceu raptado por um descendente de nativos do local.

HOME BEFORE DARK é baseado na figura real da menina Hilde Lisyak, de 16 anos (que efetivamente publica seu jornal ORANGE STREET NEWS, desde 2014), que denunciou um crime abafado pelas autoridades locais, na cidade de Selisngrove, Pennsylvania, quando tinha nove anos de idade. Na época, seriamente questionada pelos jornalistas adultos e outros internautas indignados, Hilde foi à Internet em fez um conhecido manifesto onde dizia: e commenters: “If you want me to stop covering news, then you get off your computers and do something about the news. There, is that cute enough for you?” (“Se você quer que eu pare de cobrir as notícias, então saiam de seus computadores de façam algo em relação às notícias. E aí, isto é “bonitinho”o suficiente para você?”

O novo show é estrelado pela menina Brooklyn Prince, vista em PROJETO FILADELFIA, trabalho pelo qual recebeu 13 prêmios como atriz iniciante. Inquestionavelmente, Brooklyn é a alma de HOME BEFORE DARK, fazendo com que a obstinação da personagem Hilde Lysko pela solução do mistério (bem concebido e levado pelo roteiro) que assombra a cidade há 25 anos (e seu pai em particular), seu destemor ante adultos autoritários (inclusive o Xerife local e a Diretora de sua escola) e sua defesa apaixonada da Primeira Emenda da Constituição Americana sejam comoventes.

No elenco de HOME BEFORE DARK estão o inglês Jim Sturgess (de QUEBRANDO A BANCA), Abby Miller (de MADMEN e THE SINNER), Michael Weston, Joely Carter, Aziza Scott, Louis Herthum e Reed Birney (muito bom como o avô de Hilde, com demência avançada).

A série padece do problema quase universal de duração demasiada (10 capítulos para contar esta história faz com que haja muitos momentos repetitivos e arrastados) e de uma certa ingenuidade (ou inverossimilhança) em várias soluções e cenas, que por vezes lhe dão um tom adolescente que não parecia ser o propósito dos produtores.

Mas, em favor de HOME BEFORE DARK, há que se dizer que o mistério é muito bem concebido, fazendo com que se espere ansiosamente pela solução final. Ainda há ótimas temáticas, como o preconceito com a comunidade indígena, a dificuldade em lidar com crianças deste mundo novo, os abusos de autoridade (que são universais), os traumas da infância, a penetração irresistível das novas mídias, todos assuntos que por sua relevância garantem o interesse de HOME BEFORE DARK. Vi e gostei.

The new original show of Apple TV +, HOME BEFORE DARK brings the story of a 9-year-old girl who has an electronic newspaper and, when her family moves to the small town of Erie Harbor, Washington, she decides to go after the solution of a crime occurred 25 years ago, when the boy who was his father’s best friend disappeared kidnapped by a descendant of local natives.

HOME BEFORE DARK is based on the real figure of the girl Hilde Lisyak, 16 years old (who has effectively published her newspaper ORANGE STREET NEWS, since 2014), who reported a stifled crime by local authorities in the city of Selisngrove, Pennsylvania, when she was nine. At the time, seriously questioned by adult journalists and other outraged Internet users, Hilde went on the Youtube and made a well-known manifesto that said: “If you want me to stop covering news, then you get off your computers and do something about the news . There, is that cute enough for you?”

The new show stars the girl Brooklyn Prince, seen in PROJECT FILADELFIA, for which she received 13 awards as a beginner actress. Unquestionably, Brooklyn is the soul of HOME BEFORE DARK, making the character Hilde Lysko‘s obstinacy towards solving the mystery (well conceived and taken by the script) that haunts the city for 25 years (and her father in particular), her fearlessness before authoritarian adults (including the local sheriff and the principal of his school) and his passionate advocacy of the First Amendment to the American Constitution are moving.

The cast of HOME BEFORE DARK includes Englishman Jim Sturgess, Abby Miller (MADMEN and THE SINNER), Michael Weston, Joely Carter, Aziza Scott, Louis Herthum and Reed Birney (very good as Hilde’s grandfather, with advanced dementia).

The series suffers from the almost universal problem of too long duration (10 chapters to tell this story causes many repetitive and dragging moments) and a certain naivety (or improbability) in various solutions and scenes, which sometimes give it an adolescent tone that didn’t seem to be the purpose of the producers.

But, in favor of HOME BEFORE DARK, it must be said that the mystery is very well conceived, making you look forward to the final solution. There are still great themes, such as prejudice against the indigenous community, the difficulty in dealing with children in this new world, abuses of authority (which are universal), the traumas of childhood, the irresistible penetration of the new media, all matters that in their turn relevance guarantee the interest of HOME BEFORE DARK. I saw and liked it.

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