BOSCH Temporada 6: Série Flagship da Amazon Está Melhor que Nunca

Sou fã declarado dos livros de Michael Connelly, especialmente aqueles com o Detetive da Polícia de Los Angeles Harry Bosch. Acho que Connelly conseguiu criar um personagem duro, triste (quase deprimido), cheio de imperfeições humanas, mas com um senso de dever, ética e justiça únicos, que fazem de BOSCH uma criação antológica no gênero policial.

A Amazon Prime Video, desde o início investiu forte em BOSCH como sua série top de linha. A produção é impecável, as locações em Los Angeles espetacularmente lindas, o elenco de primeira linha e as histórias de Connelly (também Podutor Exceutivo da série) ótimas. Cada temporada mescla dois livros, multiplicando as histórias.

As cinco temporadas anteriores foram ótimas, mas na minha opinião esta sexta temporada, por uma série de fatores, foi a melhor de todas. Titus Welliver segue perfeito como Bosch, um tira veterano (old school) capaz de peitar o FBI, os chefes, a Promotoria, os advogados de defesa e quem mais se atravesse em sua busca da verdade. É o papel da vida dele.

A grande atração desta sexta temporada é o extraordinário crescimento da personagem da filha de Bosch, Maddie, vivida pela jovem atriz ascendente Madison Lintz, hoje com vinte anos. Lintz dá luz à série sendo a esperança de futuro na vida do protagonista. Viva, lúcida, contestadora, ambiciosa e ousada, Maddie está decidindo sua vida futura e discute tudo com o Pai, numa exemplar relação de transparência e franqueza. As cenas entre eles são as melhores da série nesta sexta temporada. Madison Lintz é um nome de atriz que vai longe.

O elenco ainda tem os ótimos Jamie Hector (como o parceiro J.Edgar), Amy Aquino (a Tenente Billets), Mimi Rogers (a advogada Honey Chandler) e Lance Reddick (o chefe de Polícia de LA Irving Irving).

BOSCH passa por crimes, terrorismo, direitos humanos, preconceito, inclusão, expectativas dos mais jovens, desencanto, medo, temas prevalente dos mundo atual. E o faz em uma história policial sensacional, cheia de suspense e mistério.

E esta temporada, como cereja do bolo, termina ao som de Chris Botti e Mark Knopfler em WHAT A WONDERFUL WORLD. Um momento inesquecível.

Já se sabe que haverá a sétima temporada de BOSCH. Tomara que venham muitas mais. É uma excelente série.

I’m an avid fan of Michael Connelly‘s books, especially those with Los Angeles Police Detective Harry Bosch. I think Connelly managed to create a tough, sad (almost depressed) character, full of human imperfections, but with a unique sense of duty, ethics and justice, which make BOSCH an anthological creation in the police genre.

Amazon Prime Video, from the beginning, invested heavily in BOSCH as its top-of-the-line series. The production is impeccable, the locations in Los Angeles spectacularly beautiful, the cast of the first level and the stories of Connelly (also the series’ Producer) great. Each season merges two books, multiplying the stories.

The previous five seasons have been great, but in my opinion this sixth season, for a number of factors, was the best of all. Titus Welliver remains as perfect as Bosch, a veteran cop (old school) capable of defying the FBI, the bosses, the prosecutor’s office, defense lawyers and whoever crosses in his search for the truth. It is the role of his life.

The big attraction of this sixth season is the extraordinary growth of the character of Bosch’s daughter, Maddie, experienced by the young rising actress Madison Lintz, now twenty. Lintz gives light to the series being the hope of future in the life of the protagonist. Alive, lucid, challenging, ambitious and daring, Maddie is deciding her future life and discusses everything with the Father, in an exemplary relationship of transparency and frankness. The scenes between them are the best in the series this sixth season. Madison Lintz is an actress name that goes a long way.

The cast still has the great Jamie Hector (as partner J. Edgar), Amy Aquino (Lieutenant Billets), Mimi Rogers (attorney Honey Chandler) and Lance Reddick (LA Chief of Police Irving Irving).

BOSCH goes through crimes, terrorism, human rights, prejudice, inclusion, expectations of the youngest, disenchantment, fear, themes prevalent in today’s world. And it does so in a sensational police story, full of suspense and mystery.

And this season, like a cherry on the cake, ends with the sound of Chris Botti and Mark Knopfler in WHAT A WONDERFUL WORLD. An unforgettable moment.

It is already known that there will be the seventh season of BOSCH. I hope many more will come. It is an excellent series.

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