MRS. AMERICA: Cate Blachett Lidera Série da FX/HULU sobre Feminismo, Política e Direito Iguais

O Canal FX disponibilizou (por enquanto somente no HULU) uma recentíssima produção americana cujo elenco espetacular somente é igualado pela excelência de sua realização e relevância do tema. É MRS. AMERICA.

Nos anos 70, um grupo de mulheres americanas se insurge contra a aprovação do ERA (Equal Rigths Amendment), uma emenda constitucional que igualava os direitos de homens e mulheres. Pela aprovação pontificavam outras mulheres famosas, como as feministas Betty Friedan e Gloria Streinem (editora da conhecida Revista Ms.). O ponto central da polêmica é se o ERA aumentava direitos das mulheres (ser votada para Presidente) ou os restringia (tipo impor o serviço militar e retirar direito à pensão do marido).

Olha que elenco: Cate Blanchett, majestosa vive a líder do movimento de oposição Phyllis Schlafly, uma mãe de 6 filhos do Estado de Illinóis que faz uma newsletter política enviada pelo correio; Rose Byrne é Gloria Streinem; Tracey Ulman faz Betty Friedan; Elizabeth Banks, Margo Martindale, Sarah Paulsey e Jeanne Triplehorn são as principais figuras do confronto. Os homens – bem coadjuvantes – são John Slaterry, Brendan Cox e James Mardsen.

O três primeiros capítulos (dos 9 desta primeira temporada) já disponibilizados são hipnóticos. Apenas o talento incomum de Blanchett já garantiria uma atenção muito acima da média. Ela é daquelas atrizes que quando chegam à tela (grande ou pequena) por si só fazem um acontecimento, tipo Meryl Streep, Nicole Kidman ou Julia Roberts.

Anna Boden (a diretora de CAPITÃ MARVEL), Dahvi Waller (MADMEN e DESPERATE HOUSEWIFES) e a própria Cate garantam um produção top de linha, com roteiro, fotografia, cenografia e trilha sonora impecáveis.

É uma pena que por enquanto a circulação de MRS. AMERICA seja restrita. Ë um trabalho que merecia ser visto por todo mundo.

The FX Channel made available (for the time being only at HULU) a very recent American production whose spectacular cast is only matched by the excellence of its realization and relevance of the theme. It is MRS. AMERICA.

In the 1970s, a group of American women protested the approval of the ERA (Equal Rigths Amendment), a constitutional amendment that equalized the rights of men and women. Other famous women, such as feminists Betty Friedan and Gloria Streinem (editor of the well-known Ms. Magazine), punctuated the approval. The central point of the controversy is whether the ERA increased women’s rights (being voted for President) or restricted them (such as imposing military service and withdrawing the right to a husband’s pension).

Look at that cast: Cate Blanchett, majestic live leader of the opposition movement Phyllis Schlafly, a mother of 6 children from the State of Illinois who makes a political newsletter sent by mail; Rose Byrne is Gloria Streinem; Tracey Ulman plays Betty Friedan; Elizabeth Banks, Margo Martindale, Sarah Paulsey and Jeanne Triplehorn are the main figures of the confrontation. The men – quite supporting – are John Slaterry, Brendan Cox and James Mardsen.

The first three chapters (of the 9 of this first season) already available are hypnotic. Only Blanchett’s unusual talent alone would guarantee attention well above average. She is one of those actresses who when they reach the screen (big or small) by themselves make an event, like Meryl Streep, Nicole Kidman or Julia Roberts.

Anna Boden (the director of CAPTAIN MARVEL), Dahvi Waller (MADMEN and DESPERATE HOUSEWIFES) and Cate herself guarantee a top of the line production, with impeccable script, photography, scenography and soundtrack.

It is a pity that for the time being the circulation of MRS. AMERICA is restricted. It is a job that deserved to be seen by everyone.

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