O Final de HOMELAND: Série da SHOWTIME Vai Ficar na Lembrança

Neste domingo foi exibido o último capítulo da oitava temporada da série do Canal SHOWTIME, HOMELAND, narrando as aventuras da espiã americana Carrie Mathison, um excepcional trabalho de interpretação da atriz novaiorquina Claire Danes (a Julieta de ROMEU + JULIETA, de Baz Lurhman e a protagonista de TEMPLE GRANDIM).

HOMELAND foi baseada na série da TV Israelense PRISONERS OF WAR, significativamente o título deste último episódio da série americana.

Ao longo de 96 episódios, vimos a agente secreta desafiar todas as regras impostas pelas entidades para quem trabalhava sempre que se conflitavam com seu sendo de justiça e da visão que tinha sobre o que era o melhor para os EUA em cada situação.

Como em quase todas as séries, a primeira temporada foi certamente a melhor de todas. O elemento de novidade é uma força muito grande na atratividade de qualquer filme. O primeiro trabalho de Carrie, investigando suas suspeitas de que o Coronel Nicholas Brody (incrível atuação do ator Damian Lewis, hoje um big star em BILLIONS) trabalhava para o terrorismo, quando ele era idolatrado por todas as maiores autoridades do País, mostrou pela primeira vez quem era Carrie Mathison.

Outro elemento único da personagem é a sua bipolaridade. Carrie teve muitos períodos em que seu equilíbrio emocional desapareceu pela doença que carregava. O maior de todos, sem dúvida, foi a assustadora cena em que vai dar banho em sua filha bebê e começa a ter alucinações de que propositadamente afogava o bebê. A doença proporcionou uma prato cheio para a ótima Claire Danes, espetacular em demonstrar com olhares, esgares, contorções e linguagem corporal o drama da personagem.

O número dois de HOMELAND Saul Berenson foi outro item único da série. Mandy Patinkin fez de Saul seu melhor trabalho. Um chefe carinhoso, sensível, determinado, workaholic, protetivo que era ao mesmo tempo rigoroso, impositivo, corajoso e tão obcecado pela defesa dos EUA quanto sua agente favorita. Várias vezes colocou sua vida em risco pelo que acreditava.

O elenco de apoio teve grandes nomes, ao longo das oito temporadas. Morena Baccarin, F.Murray Abraham (o eterno Salieri de AMADEUS, de Milos Forman), Rupert Friend, Linus Roache, Jamey Sheridan, Timothée Chalamet, Hugh Dancy, Miranda Otto, Dylan Baker, James Darcy, Beau Bridges, Scott Bryce, Rachel Ticotin, Gaby Hoffman, Elizabeth Marvel, Sebastian Koch, David Harewood, Tracy Letts, Briana Brown e muitos outros.

A temporada final retomou o alto nível da série (depois de algumas bem mais ou menos), fazendo um arco muito inteligente, com Carrie passando a experimentar o mesmo tipo de desconfiança de seus chefes e colegas que impôs a Brody na primeira história. Ser vista e perseguida como traidora de seu País foi a última cruz de Carrie. A dor e o sofrimento de dar a vida pelo seu País e mesmo assim ser olhada de soslaio como traidora foi seu maior drama, entre tantos pelos quais passou.

HOMELAND também foi uma série corajosa. Mostrou em detalhes a tortura, os conchavos das altas esferas políticas, a corrupção por dinheiro, poder, fanatismo ou mero interesse pessoal, violência, drogas, sexo, prostituição, traições, tudo sem filtros e de forma muito contundente e impactante.

A série ganhou 5 Globos de Ouro, 8 EMMY Awards e um Prêmio do American Film Institute como Melhor Programa de TV do ano. No total ganhou 55 prêmios e teve mais de 150 indicações ao longo de seus oito anos.

Na minha opinião, HOMELAND, Carrie Mathison, Nicholas Brody e Saul Berenson conquistaram seu lugar na história da TV e em nossa memória. Foi uma série excelente.

Last Sunday, the last chapter of the eighth season of the SHOWTIME Channel series, HOMELAND, was shown, narrating the adventures of American spy Carrie Mathison, an exceptional work of interpretation by New Yorker actress Claire Danes (Juliet of ROMEU + JULIET, by Baz Lurhman and protagonist of TEMPLE GRANDIM).

HOMELAND was based on the Israeli TV series PRISONERS OF WAR, significantly the title of this latest episode of the American series.

Over 96 episodes, we saw the secret agent defy all the rules imposed by the entities for whom she worked whenever they were in conflict with her being of justice and the vision she had about what was best for the USA in each situation.

As in almost all series, the first season was certainly the best of all. The element of novelty is a very strong force in the attractiveness of any film. Carrie’s first work, investigating her suspicions that Colonel Nicholas Brody (incredible performance by actor Damian Lewis, now a big star in BILLIONS) worked for terrorism, when he was idolized by all the country’s top authorities, showed for the first time who Carrie Mathison was.

Another unique element of the character is her bipolarity. Carrie had many periods when her emotional balance disappeared due to the illness she was carrying. The biggest one, without a doubt, was the frightening scene in which she bathes her baby daughter and begins to hallucinate that she purposely drowned the baby. The disease provided a full plate for the great Claire Danes, spectacular in showing with drama, looks, contortions and body language the drama of the character.

HOMELAND number two Saul Berenson was another unique item in the series. Mandy Patinkin did Saul his best work. A caring, sensitive, determined, workaholic, protective boss who was both strict, imposing, courageous and as obsessed with US defense as his favorite agent. Several times he put his life at risk for what he believed.

The supporting cast had big names over the course of the eight seasons. Morena Baccarin, F. Murray Abraham (the eternal Salieri of AMADEUS, by Milos Forman), Rupert Friend, Linus Roache, Jamey Sheridan, Timothée Chalamet, Hugh Dancy, Miranda Otto, Dylan Baker, James Darcy, Beau Bridges, Scott Bryce, Rachel Ticotin, Gaby Hoffman, Elizabeth Marvel, Sebastian Koch, David Harewood, Tracy Letts, Briana Brown and many others.

The final season resumed the high level of the series (after a few more or less), making a very clever arc, with Carrie beginning to experience the same kind of distrust of her bosses and colleagues that she imposed on Brody in the first story. Being seen and persecuted as a traitor to her country was Carrie’s last cross. The pain and suffering of giving his life for his country and yet being looked sideways as a traitor was her greatest drama, among so many that he went through.

HOMELAND was also a courageous series. It showed in detail the torture, the hives of the high political spheres, corruption for money, power, fanaticism or mere personal interest, violence, drugs, sex, prostitution, betrayals, all without filters and in a very forceful and impactful way.

The series won 5 Golden Globes, 8 EMMY Awards and an American Film Institute Award for Best TV Show of the Year. In total it won 55 awards and had more than 150 nominations over his eight years.

In my opinion, HOMELAND, Carrie Mathison, Nicholas Brody and Saul Berenson have earned their place in TV history and in our memory. It was an excellent series.

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