DUELOS EM WESTERNS: Grandes Momentos em Filmes Inesquecíveis

Já escrevi aqui, em vários posts, que o western é um dos meus gêneros favoritos no cinema. Os grandes westerns, muito mais que filmes com cowboys, índios, tiroteiros e cavalos, são reflexões profundas sobre a alma e os valores humanos, obras de uma atemporalidade e uma universalidade únicas.

Um dos elementos icônicos do gênero (entre tantos) são os duelos usualmente travados entre mocinhos e bandidos. O duelo (confronto face a face) entre dois inimigos armados, dispostos a ir até o fim, geraram grande e inesquecíveis cenas do cinema.

Fui atrás de listas sobre os grandes duelos dos westerns: a lista mais razoável que encontrei foi esta aqui.

  1. TRÊS HOMENS EM CONFLITO ( THE GOOD, THE BAD, AND THE UGLY), de Sérgio Leone (1965);
  2. OS BRUTOS TAMBÉM AMAM (SHANE), de George Stevens (1953)
  3. TOMBSTONE: A JUSTIÇA ESTÁ CHEGANDO (TOMBSTONE), de George Pan Cosmatos (1993);
  4. BRAVURA INDÔMITA (TRUE GRIT), de Henry Hathaway (1969);
  5. MATAR OU MORRER(HIGH NOON), de Fred Zinemann (1952);
  6. MEU ÓDIO SERÁ TUA HERANÇA (THE WILD BUNCH), de Sam Peckimpah (1969);
  7. POR UNS DÓLARES A MAIS (FOR A FEW DOLLARS MORE), de Sergio Leone (1965);
  8. OS JOVENS PISTOLEIROS (YOUNG GUNS), de Christopher Cain (1988);
  9. PAIXÃO DOS FORTES (MY DARLING CLEMENTINE), de John Ford (1946);
  10. SILVERADO (SILVERADO), de Lawrence Kasdan (1946).

Certamente faltaram grandes duelos em filmes de western maravilhosos. Assim, de cara lembrei de RÁPIDA E MORTAL (THE QUICK AND THE DEAD), de Sam Raimi, que era exatamente sobre um campeonato mortal de duelos, que tem grandes cenas do gênero. Ou O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA (THE MAN WHO SHOT LIBERTY VALANCE, de John Ford. Ou SEM LEI E SEM ALMA (GUNFIGHT AT O.K. CORRAL), de John Sturges. Mas, afinal, para que servem as listas senão para a gente discordar?

I’ve already written here, in several posts, that western is one of my favorite genres in cinema. The great westerns, much more than films with cowboys, Indians, gunmen and horses, are profound reflections on the soul and human values, works of a unique timelessness and universality.

One of the iconic elements of the genre (among many) is the duels usually fought between good guys and bad guys. The duel (face-to-face confrontation) between two armed enemies, willing to go to the end, generated great and unforgettable cinema scenes.

I went after lists about the great duels of the westerns: the most reasonable list I found was this one.

THE GOOD, THE BAD, AND THE UGLY, by Sérgio Leone (1965);
SHANE, by George Stevens (1953)
TOMBSTONE, by George Pan Cosmatos (1993);
TRUE GRIT, by Henry Hathaway (1969);
HIGH NOON, by Fred Zinemann (1952);
THE WILD BUNCH, by Sam Peckimpah (1969);
FOR A FEW DOLLARS MORE, by Sergio leone (1965);
YOUNG GUNS, by Christopher Cain (1988);
MY DARLING CLEMENTINE, by John Ford (1946);
SILVERADO, by Lawrence Kasdan (1946).

Certainly great duels were lacking in wonderful western films. So, right away I remembered THE QUICK AND THE DEAD, by Sam Raimi, which was exactly about a deadly dueling championship, which has great scenes of the genre. Or THE MAN WHO SHOT LIBERTY VALANCE, de John Ford. Or GUNFIGHT AT O.K. CORRAL, de John Sturges. But, after all, what are the lists for, if not for people to disagree?

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