O TURISTA SUICIDA: Filme Dinamarquês Sobre Eutanásia é Minimalista e Sombrio

O TURISTA SUICIDA é um filme bem diferente que o cineasta dinamarquês Jonas Alexander fez em 2019 (disponível na Apple TV+) contando a história de Max, um investigador de seguros que recebe a notícia de que tem um tumor inoperável no cérebro e poucos meses de vida. Ele tem uma vida cautelosa, evitando alimentos gordurosos, através de um app de dieta e se revolta que isto não lhe ajudou a viver mais. Em seu trabalho, ele fica sabendo de um caso similar ao seu, em que o segurado procurou o Hotel Aurora, um misteriosos empreendimento que promete aos hóspedes “um final bonito”.

O tema da eutanásia gerou muitos filmes no cinema, mas este foi o primeiro que vi com a ideia de um hotel em um lugar deslumbrantemente lindo, em que as pessoas se hospedam para morrer dignamente. Sombrio, muito sombrio.

O filme é muito lento. Há poucos diálogos, muitos silêncios e olhares, nenhuma ação e a maior parte das coisas sequer é dita, mas fica na intuição do espectador.

Max Isaksen  é o ascendente ator dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau, de GAME OF THRONES, visto na série da FOX, NEW AMSTERDAN (não a do hospital, mas a do detetive amaldiçoado com a imortalidade). Com ele, no elenco, Tuva Novotny, a atriz sueca de ANNIHILATION, Kate Ashfield (SHAUN OF THE DEAD) e Jan Bijovet como Frank, o Chefão do Hotel Aurora.

A solução final gera uma série de questões, como a difícil despedida de parentes e familiares, a firmeza da decisão e a aceitação do fim próximo. O filme trata de todos muito bem. Mas de um forma minimalista e onírica (há várias sequencias de sonhos).

A legendária Banda Eagles fez a clássica HOTEL CALIFORNIA, um lugar que ‘você pode entrar a qualquer momento que quiser, mas nunca pode sair. O Hotel AURORA é muito semelhante ao da música imortal dos EAGLES.

EXIT PLAN (Selvmordsturisten) is a very different film that Danish filmmaker Jonas Alexander made in 2019 (available on Apple TV +) telling the story of Max, an insurance investigator who receives the news that he has an inoperable brain tumor and few months of life. He has a cautious life, avoiding fatty foods, through a diet app and he revolts that this has not helped him to live longer. In his work, he learns of a case similar to his, in which the insured sought the Hotel Aurora, a mysterious undertaking that promises guests “a beautiful ending”.

The theme of euthanasia has spawned many films in the cinema, but this was the first one I saw with the idea of ​​a hotel in a stunningly beautiful place, where people stay to die with dignity. Gloomy, very gloomy.

The film is very slow. There are few dialogues, many silences and looks, no action and most things are not even said, but it remains in the viewer’s intuition.

Max Isaksen is the rising Danish actor Nikolaj Coster-Waldau, from GAME OF THRONES, seen in the FOX series, NEW AMSTERDAN (not that of the hospital, but that one of the detective cursed with immortality). With him, in the cast, Tuva Novotny, the Swedish actress from ANNIHILATION, Kate Ashfield (SHAUN OF THE DEAD) and Jan Bijovet as Frank, the Head of Hotel Aurora.

The final solution raises a series of questions, such as the difficult parting of relatives and family members, the firmness of the decision and the acceptance of the near end. The film treats everyone very well. But in a minimalist and dreamlike way (there are several sequences of dreams).

The legendary Eagles Rock Band made the classic song HOTEL CALIFORNIA, a place that ‘you can enter anytime you want, but you can never leave. The AURORA Hotel is very similar to the EAGLES immortal music.

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