007 A SERVIÇO DE SUA MAJESTADE: George Lazenby Como James Bond Foi Mal, Muito Mal.

Em 1969, depois da decisão de Sean Connery de deixar o papel de 007 James Bond, os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman escolheram para o papel o ator australiano George Lazenby, no filme 007 A SERVIÇO DE SUA MAJESTADE, dirigido pelo inglês Peter Hunt.

O filme narra mais um confronto entre 007 e o líder da SPECTRE, Ernst Stavros Blofeld (aqui vivido pelo ator Telly Savalas). Bond é colocado por um milionário de negócios escusos chamado Draco (o ator Gabriele Ferzetti, de ERA UMA VEZ NO OESTE) e sua filha Tracy (Diana Rigg) na mansão de Blofeld na Suíça, onde o sinistro vilão está reunindo mulheres bonitas do mundo inteiro para um plano secreto.

Rever o filme tantos anos depois, confirma que, apesar de ter bons momentos e muitas das coisas que marcam a franquia (Bernard Lee como M, Desmond Llewelyn como Q, Louis Maxwell como Moneypenny, gadgets maravilhosos, locações extasiantes, música de John Barry e Títulos por Maurice Binder), é um dos filmes mais fracos de James Bond.

Lazenby, nesta única vez em que viveu 007 foi um grande fracasso. Comparado com Connery, seu 007 é muito afetado, um verdadeiro “dandy”, sem o vigor e o cinismo que marcavam o espião com licença para matar.

As próprias bond girls estão muito cheias de modelitos e rococós, perdendo muito da sensualidade das mulheres dos filmes anteriores.

A opção por um final triste foi outro erro colossal do filme. Os filmes de 007 normalmente terminam em alto estilo. Depressão e Bond não combinam. O diretor Hunt quis inovar e seu deu mal.

In 1969, after Sean Connery’s decision to leave the role of 007 James Bond, producers Albert R. Broccoli and Harry Saltzman chose Australian actor George Lazenby for the role in the film 007 ON HER MAJESTY’S SECRET SERVICE, directed by Englishman Peter Hunt.

The film narrates yet another confrontation between 007 and the leader of SPECTRE, Ernst Stavros Blofeld (played here by actor Telly Savalas). Bond is placed by a shady business millionaire named Draco (actor Gabriele Ferzetti, ONCE UPON A TIME IN WEST) and his daughter Tracy (Diana Rigg) at the Blofeld mansion in Switzerland, where the sinister villain is gathering beautiful women from all over the world for a secret plan.

Reviewing the film so many years later, confirms that, despite having good times and many of the things that mark the franchise (Bernard Lee as M, Desmond Llewelyn as Q, Louis Maxwell as Moneypenny, wonderful gadgets, ecstatic locations, music by John Barry and Title Design by Maurice Binder), it is one of the weakest of James Bond.

Lazenby, this only time he lived 007 was a big failure. Compared to Connery, his 007 is very affected, a true “dandy”, without the vigor and cynicism that marked the spy with a license to kill.

The bond girls themselves are very full of models and rococo, losing much of the sensuality of the women of the previous films.

The option for a sad ending was another colossal mistake in the film. 007 films usually end in high style. Depression and Bond don’t match. Director Hunt wanted to innovate and his failed.

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