O PROTETOR: Sir Anthony Hopkins Ajuda uma Jovem a Caçar um Traficante no Interior do Canadá

Sir Anthony Hopkins já fez 137 filmes. Vê-lo atuar é sempre uma homenagem à melhor arte de representar. Claro que um trabalho como o Hanibal Lecter, de O SILÊNCIO DOS INOCENTES, de Jonathan Demme (um dos dez melhores trabalhos de ator que eu já vi) não aparece a qualquer hora.

Procurando na NETFLIX, deparei com O PROTETOR, um filme de 2015, que o diretor sueco Daniel Alfredson (diretor de dois dos três filmes suecos de Lisbeth Salander e da recente trilogia INTRIGO) fez com locações em Vancouver, Canadá.

Uma mulher (Julia Stiles)se muda para uma cidade de lenhadores do interior do interior da Columbia Britânica, quando sua mãe morre e ela herda a propriedade. Ocorre que na cidade todos são aterrorizados por um marginal e traficante local (Ray Liotta um dos psicopatas favoritos do cinema) chamado BLACKWAY (um dos títulos originais do filme que também é conhecido por GO WITH ME). Depois de quase ser violentada pelo vilão e ter seu gato decapitado, sem resposta do Xerife local (co medo de represálias), ela encontra um velho lenhador que decide acompanhá-la na missão de confrontar o bandido. Com eles vai um jovem lenhador meio gago, meio atrasado (Alexander Ludwig, de VIKINGS, ótimo), mas fiel como pouca gente é.

A melhor coisa de GO WITH ME é que a partir da cena em que o trio sai em busca de BLACKWAY, o filme lembra muito um western, com aquelas intermináveis perseguições dos mocinhos em busca de alguém (um índio, ou bandido ou parente, como na obra prima THE SEARCHERS).

Quando vira este road movie com cara de western, o filme dá uma decolada. As conversas entre os três personagens são ricas e cheias de conteúdo. Deliciosas de se ver. Para isto, claro temos um show de Anthony Hopkins.

O filme é bem diferente do usual. Tem uma história estranha, personagens diferentes e um desfecho muito bem construído. Gostei de ver GO WITH ME. O filme faz por merecer a atenção do espectador.

Sir Anthony Hopkins has made 137 films. Watching him perform is always a tribute to the best art of acting. Of course, a work like Hanibal Lecter, from SILENCE OF THE LAMBS, by Jonathan Demme (one of the ten best actor works I have ever seen) does not appear at any time.

Looking at NETFLIX, I came across BLACKWAY, a 2015 film, which Swedish director Daniel Alfredson (director of two of Lisbeth Salander’s three Swedish films and the recent INTRIGO trilogy) made with locations in Vancouver, Canada.

A woman (Julia Stiles) moves to a lumberjack town in the countryside of British Columbia, when her mother dies and she inherits the property. It turns out that in the city everyone is terrified by a marginal and local drug dealer (Ray Liotta, one of cinema’s favorite psychopaths) named BLACKWAY (one of the original titles in the film which is also known as GO WITH ME). After almost being raped by the villain and having her cat beheaded, with no response from the local Sheriff (with fear of reprisals), she meets an old woodcutter who decides to accompany her on the mission to confront the bandit. With them goes a young woodcutter, half stutterer, half late (Alexander Ludwig, from VIKINGS, great), but faithful as few people are.

The best thing about GO WITH ME is that from the scene in which the trio goes in search of BLACKWAY, the film is very reminiscent of a western, with those endless pursuits of the good guys in search of someone (an Indian, or bandit or relative, as in the masterpiece THE SEARCHERS).

When you see this road movie with a western face, the film takes off. The conversations between the three characters are rich and full of content. Delicious to see. For this, of course we have a Anthony Hopkins show.

The film is very different from the usual. It has a strange story, different characters and a very well constructed outcome. I enjoyed watching GO WITH ME. The film deserves the viewer’s attention.

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