007: OS DIAMANTES SÃO ETERNOS – Sean Connery de Volta, com Blofeld & Shirley Bassey

George Lazenby foi tão mal como 007 James Bond, que os produtores da franquia resolveram “desaposentar” Sean Connery e trazê-lo de volta para viver o agente inglês com licença para matar, em 1971, no filme 007 OS DIAMANTES SÃO ETERNOS.

Certamente não é o melhor 007 de Connery, mas mesmo assim ficou muito acima do desastrado antecessor. Connery estava mais velho, um pouco mais rechonchudo mais tinha a fleugma, cinismo e sangue nos olhos que já haviam consagrado seu trabalho como 007.

Um rede internacional de contrabandistas de diamantes pode estar trabalhando junto com mais um vilão que quer dominar o mundo, através de uma rede de satélites que vira uma arma mortal. Em Las Vegas, Bond segue a pista sobre o desaparecimento de um bilionário local que pode estar relacionado.

Além de Connery, o filme traz Charles Gray como Blofeld (contra quem Bond quer vingança pelo assassinato de Tracy no final do filme anterior da série), a musa dos anos 60 Jill St. John, mais os tradicionais Bernard Lee (M), Desmond Llewelyn (Q) e Louis Maxwell (Moneypenny). O filme – inovadoramente – ainda traz uma divertida dupla de assassinos profissionais gays, os estranhíssimos Bruce Glover e Putter Smith, como Mr. Kidd e Mr. Wint.

Um dos musts do filme é a canção DIAMONDS ARE FOREVER, na voz de Shirley Bassey, uma das cantoras top da época.

Sean Connery, magnífica ator escocês oscarizado anos depois em OS INTOCÁVEIS, de Brian de Palma, ainda voltaria mais uma vez ao papel de James Bond 007, doze anos depois em NUNCA MAIS OUTRA VEZ, um filme meio fora da franquia feito pela Warner Bros. Mas DIAMANTES SÃO ETERNOS marca a despedida de Connery, já que filme seguinte de 007, Roger Moore assumiu a Walter PPK do agente, em VIVA E DEIXE MORRER, mudando fundamentalmente o cinismo de frieza do Bond de Connery por um humor até então muito raro.

007 DIAMANTES SÃO ETERNOS entra na categoria dos filmes medianos da franquia.

George Lazenby was so bad as 007 James Bond, that the franchise producers decided to “de-retire” Sean Connery and bring him back to live the English agent with a license to kill, in 1971, in the film 007 DIAMONDS ARE FOREVER .

It is certainly not the best 007 of Connery, but even so it was far above the clumsy predecessor. Connery was older, a little more plump, but he had the phlegm, cynicism and blood in his eyes that had already enshrined his work as 007.

An international network of diamond smugglers may be working together with yet another villain who wants to take over the world, through a network of satellites that turns into a deadly weapon. In Las Vegas, Bond tracks the disappearance of a local billionaire that may be related.

In addition to Connery, the film features Charles Gray as Blofeld (against whom Bond wants revenge for the murder of Tracy at the end of the previous film in the series), the 1960s muse Jill St. John, plus the traditional Bernard Lee (M ), Desmond Llewelyn (Q) and Louis Maxwell (Moneypenny). The film – innovatively – still features a fun pair of gay professional killers, the weird Bruce Glover and Putter Smith, like Mr. Kidd and Mr. Wint.

One of the musts in the film is the song DIAMONDS ARE FOREVER, in the voice of Shirley Bassey, one of the top singers of the time.

Sean Connery, a magnificent Scottish actor oscarized years later in Brian De Palma‘s THE UNTOUCHABLES, would still return to the role of James Bond 007, twelve years later in NEVER SAY NEVER AGAIN, a film out of the franchise made by Warner Bros. But DIAMONDS ARE FOREVER marks Connery’s farewell, as the following film from 007, Roger Moore took over Walter PPK from the agent, in LIVE AND LET IT DIE, fundamentally changing the cold cynicism of Connery’s Bond by a hitherto very rare humor.

007 DIAMONDS ARE FOREVER is into the category of medium films in the franchise.

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