SEXO, AMOR OU TERAPIA?: Comédia Francesa Inspirada e Divertida

SEXO, AMOR OU TERAPIA? é um mau título para o original filme Tu veux… ou tu veux pas? (QUERES OU NÃO?), uma inspirada comédia francesa cujo argumento já dava a antever um filme muito engraçado: um homem viciado em sexo passa a trabalhar como terapêuta de casais e, quando necessita contratar uma assistente, encontra uma linda e desinibida mulher que perdeu o emprego por transar com todos os executivos da firma onde trabalhava. Está disponível no LOOKE.

Sophieu Marceau (cada vez mais linda) e o excelente ator francês Patrick Bruel (famoso cantor e compositor) fazem um duelo, onde ela quer levá-lo para a cama e ele quer, de qualquer forma, ter uma relação não baseada (ou pelo menos somente baseada) em sexo.

O roteiro cria cenas engraçadíssimas, como a obsessão de Judith Chabrier (Marceau) em ver os homens nus pelas costas em todos os momentos. Ou as situações inusitadas e muito engraçadas que eles encontram nas consultas de casais, onde ela sempre leva o tema para sexo e ele tenta trazer de volta para amor e casamento.

Aliás, as cenas de terapia, seja no consultório, seja no grupo de sexo adictos que Lambert Levallois (Bruel) frequenta são maravilhosas, com diálogos rápidos, piadas ótimas e situações completamente desconcertantes. Ponto para a diretora francesa Tonie Marshall em trabalho leve e inspirado.

SEX, LOVE AND TERAPHY é um filme inspirado. Como comédia, atinge facilmente seu objetivo de divertir (muito ) em seus 88 minutos. Como reflexão sobre sexo, amor e casamento, logra igualmente bons momentos.

Não tem maiores pretensões. E isto talvez seja sua maior qualidade.

SEX, LOVE OR THERAPY? is not a good title for the original film Tu veux… or tu veux pas? (DO YOU WANT OR NOT?), an inspired French comedy whose argument already predicted a very funny movie: a man addicted to sex starts to work as a couples therapist and, when he needs to hire an assistant, he finds a beautiful and uninhibited woman who lost her last employment for having sex with all the executives of the firm where she worked. It is available at LOOKE.

Sophieu Marceau (increasingly beautiful) and the excellent French actor Patrick Bruel (famous singer and songwriter) duel, where she wants to take him to bed and he wants, anyway, to have a relationship (or at least less based only) based on more than sex.

The script creates funny scenes, like Judith Chabrier (Marceau) obsession with seeing naked men behind their backs at all times. Or the unusual and very funny situations they find in couples’ appointments, where she always takes the topic for sex and he tries to bring it back to love and marriage.

In fact, the therapy scenes, whether in the office or in the sex addict group that Lambert Levallois (Bruel) frequents, are wonderful, with fast dialogues, great jokes and completely disconcerting situations. A goal for moviemaker Tonie Marshall, in a light and inspired work.

SEX, LOVE AND TERAPHY is an inspired film. As a comedy, it easily achieves its goal of having fun (a lot) in its 88 minutes. As a reflection on sex, love and marriage, it achieves equally good moments.

It has no greater pretensions. And this is perhaps its greatest quality.

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