MIDWAY: BATALHA EM ALTO MAR – Filme de Guerra à Moda Antiga com Produção Top Atual

Eu gosto muito de filmes de guerra. Na verdade há várias sub divisões no gênero filme de guerra. Pode ser pela guerra enfocada: Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra da Coreia, Guerra do Vietnam, Guerra do Golfo. Ou pelo tema enfocado: campo de prisioneiros, batalhas famosas, missões suicidas, a loucura da guerra. Em todos estes sub gêneros há filmes maravilhosos. GLÓRIA FEITA DE SANGUE, APOCALIPSE NOW, O MAIS LONGO DOS DIAS, OS CANHÕES DE NAVARONE, INFERNO 17, A PONTE DO RIO KWAY, PLATOON, A UM PASSO DA ETERNIDADE, OS DOZE CONDENADOS, DUNQUERQUE, SCHINDLER’S LIST, O FRANCO ATIRADOR, a lista é interminável.

Na década de 70 houve um filme sobre a épica batalha de Midway. Era o segundo filme que vinha com um sistema de som que fazia as cadeiras do cinema tremerem, o SENSURROUND. O filme, cheio de estrelas, era bem ruinzinho.

MIDWAY: BATALHA EM ALTO MAR, de Roland Emmerich, um sujeito que faz filmes ruins a granel, mas quando acerta empolga e emociona (INDEPENDENCE DAY) segue a receita dos filmes de guerra clássicos passo a passo (o que já é um baita mérito) e faz um filme ótimo de se ver. Tem os romances dos corajosos pilotos com mocinhas apaixonadas e loucas que eles voltem vivos, tem mocinhos em quantidade para mostrar todos os tipos humanos, tem rostos conhecidos a cada cena, tem um roteiro dinâmico e emocionante e, por fim, tem uma produção (e efeitos especiais) impressionantes.

Woody Harrelson, Dennis Quaid, Patrick Wilson, Luke Evans, Aaron Eckhart, Mandy Moore e Ed Skrein fazem um elenco ótimo de soldados americanos e suas esposas, lotados em Pearl Harbour e que vão à forra depois do traiçoeiro ataque japonês.

Gostei muito de ver MIDWAY. Achei o filme competente, didático, emocionante e muito bem produzido. E as fotinhos dos personagens reais, no final do filme, deu um toque de veracidade que em nada afastou a sensação de como a guerra é louca e sem sentido.

I really like war movies. There are actually several sub-divisions in the war movie genre. It may be because of the focused war: World War I, World War II, Korean War, Vietnam War, Gulf War. Or for the focused theme: prison camp, famous battles, suicide missions, the madness of war. In all these sub genres there are wonderful films. PATHS OF GLORY, APOCALYPSE NOW, THE LONGEST DAY, THE GUNS OF NAVARONE, STALAG 17, THE BRIDGE ON THE KWAI RIVER, PLATOON, FROM HERE TO ETERNITY, THE DIRTY DOZEN, DUNKIRK, SCHINDLER’S LIST, THE DEER HUNTER, the list is endless.

In the 70’s there was a film about the epic battle of Midway. It was the second film that came with a sound system that made the cinema chairs shake, SENSURROUND. The movie, full of stars, was very bad.

MIDWAY, by Roland Emmerich, a guy who makes bad films in bulk, but when he gets it right he gets excited and emotional (INDEPENDENCE DAY) follows the recipe of classic war films step by step (which is already a great merit) and makes a great movie to watch. There are the romances of the brave pilots with passionate and crazy girls who hope they come back alive, there are enough good guys to show all human types, known faces to each scene, a dynamic and exciting script and, finally, a production (and special effects) impressive.

Woody Harrelson, Dennis Quaid, Patrick Wilson, Luke Evans, Aaron Eckhart, Mandy Moore and Ed Skrein make a great cast of American soldiers and their wives, stationed at Pearl Harbor, who go on the run after the treacherous Japanese attack.

I really enjoyed watching MIDWAY. I found the film competent, didactic, exciting and very well produced. And the pictures of the real characters, at the end of the film, gave a touch of veracity that in no way removed the feeling of how crazy and meaningless the war is.

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