ROMEU E JULIETA: 52 Anos Atrás a Dupla Shakespeare e Zefirelli Me Mostraram um Amor Eterno

Há 52 anos atrás, então um menino de nove anos, não puder entrar no Cine Victória para ver o lançamento do filme ROMEU E JULIETA, de Franco Zefirelli, com Olivia Hussey e Leonar Whiting como os amantes imortais da obra prima de William Shakespeare. Era proibido.

Como sempre, no verão, vi o filme nos cinemas da praia de Capão da Canoa (Riograndense e Leme), onde a questão do limite de idade sempre foi muito flexível.

Ver na tela a obra de Shakespeare filmada por outro grande criador (Zefirelli era um mestre diretor de óperas, teatro e cinema) foi um deslumbramento. Acho que foi ali que aprendi que nem sempre os finais felizes são os melhores.

Em Porto Alegre, o filme foi um sucesso incrível, com filas quilométricas durante meses. Ainda lembro das meninas afortunadas que conseguiram entrar comentando deslumbradas a rápida aparição das nádegas de Romeu, na época um must erótico (no gosto delas) que raros filmes se permitiam.

Muitos anos depois, Baz Lurhmann fez ROMEO + JULIET, com Leonardo di Caprio e Claire Danes, um filme visualmente maravilhoso.

Mas não tinha a ingenuidade e a pureza da história de amor mais famosa do mundo, pelo olhar terno de Franco Zefirelli.

52 years ago, then a nine-year-old boy, I could not enter Cine Victoria to see the release of the film ROMEO AND JULIET, by Franco Zefirelli, with Olivia Hussey and Leonard Whiting as the immortal lovers of William Shakespeare‘s masterpiece. It was forbidden for my age.

As always, in the summer, I saw the film in the movie theaters of Capão da Canoa beach (Riograndense and Leme), where the age limit issue was always very flexible.

Seeing Shakespeare’s work on the screen filmed by another great creator (Zefirelli was a master director of operas, theater and cinema) was a dazzle. I think it was there that I learned that happy endings are not always the best.

In Porto Alegre, the film was an incredible success, with kilometer queues for months. I still remember the lucky girls who managed to enter commenting dazzled by the quick appearance of Romeo’s buttocks, at the time an erotic must (for their taste) that rare films allowed.

Many years later, Baz Lurhmann made ROMEO + JULIET, with Leonardo di Caprio and Claire Danes, a visually wonderful film.

But I didn’t have the ingenuity and purity of the most famous love story in the world, by the tender look of Franco Zefirelli.

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