Finalmente ontem fui ao cinema ver MICHAEL, de Antoine Fuqua. Estive na Sala 6 (Dolby Atmos) do GNC Iguatemi com meus netos Samuel e Caio. Caio estava vendo o filme pela segunda vez e Sam pela terceira. Amaram o filme outra vez.
Fiquei deslumbrado por todos os aspectos do filme. Já tinha ouvido inúmeros elogios. Sabia que Fuqua é um diretor de filmes e imagens poderosos. Michael Jackson, sem dúvida, foi um dos maiores artistas pop de todos os tempos. Logo, realmente tudo indicava um ótimo filme.
Pois todas as minhas expectativas foram superadas. Os vários artistas que vivem Michael ao longo da vida são ótimos. Jaafar Jackson, então, é a reencarnação do mito. Está possuído pelo personagem de forma positiva e energética.
A história de Michael desde criança abusada (o Pai Colman Domingo também atua maravilhosamente bem) do Grupo Jackson Five, até o super astro que dá seu grito de independência, é contada de forma profunda, dramática e, ao mesmo tempo, leve e agradável.
Claro que as passagens mais espinhosas da biografia do astro foram inteligentemente evitadas.
MICHAEL é um grande filme. Estará nos meus melhores de 2026.
É cinemão, blockbuster, mainstream, tudo que se possa dizer.
Mas é cinema no melhor sentido da palavra.
As cinebiografias de astros da música (Fred Mercury, Elton John) ou filmes modernos musicais. (NASCE UMA ESTRELA com Lady Gaga) entenderam que colocar um show de música num estádio lotado, na tela grande e com som alto (o Dolby Atmos ajuda muito a submergir o espectador) torna impossível qualquer resistência ao filme.
THRILLER (com o clip dirigido por John Landis), BILLY JEAN e BAD são três dos super sucessos mundiais de Michael que estão inteiros no filme.
É difícil não sair dançando do cinema. MICHAEL foi o máximo.