GOLPE DE MESTRE: Um “Feel Good”Movie Clássico com o Charme de Paul Newman e Robert Redford

Lembro perfeitamente da satisfação que tive em ver pela primeira vez o filme GOLPE DE MESTRE, que George Roy Hill fez em 1973, reunindo outra vez a dupla de monstros sagrados Paul Newman e Robert Redford, que havia feito com ele o mega sucesso BUTCH CASSIDY.

GOLPE DE MESTRE conta a história de um vigarista que vive de pequenos golpes de batedor de carteira que acidentalmente vitima a “mula” de um gângster poderoso, roubando-lhe milhares de dólares. O bandido passa a perseguir todo o bando. As terríveis consequências do ocorrido fazem com que Johnny Hooker (Robert Redford, magistral) procure outro vigarista Henry Goddorf (paul Newman maravilhoso) para se vingar.

Os dois preparam um golpe complexo para se vingar do gângster Doyle Lonnegan (Rober Shaw impecável). O roteiro de David S. Warner é maravilhoso e de uma agilidade impressionante. O filme se torna um misto de comédia e thriller.

O elenco de THE STING é memorável. Charles Durning, Eileen Brennan, Ray Walston, Harold Gould, Dana Elcar e Dimirta Arliss. E melhor de tudo, atuam como um time de entrosamento perfeito.

Como cereja do bolo, o filme tem uma trilha sonora absolutamente memorável, de autoria de Marvin Hamlisch. Ainda me lembro de procurar feito um fã enlouquecido o long-play com a trilha sonora do filme, que achei na extinta King’s Discos na escadaria da Galeria Chaves. Quase terminei o disco de tantas vezes que ouvi.

Significativamente THE STING ganhou 7 dos 10 Oscars para os quais foi indicado: filme, diretor, roteiro, direção de arte, figurino (a icônica Edith Head), montagem e trilha sonora.

Hoje se fala no “feel good movie”, aquele em que tudo é pensado para o espectador sair feliz do cinema. THE STING é exatamente isto., A sensação de felicidade em vê-lo se repete a cada vez que a gente revê o magistral trabalho de Roy Hill e sua turma. E aquela cena do Jogo de Poker no trem é simplesmente eterna.

I remember perfectly the satisfaction that I had in seeing for the first time the movie THE STING, that George Roy Hill made in 1973, reuniting again the pair of sacred monsters Paul Newman and Robert Redford, that had made with him the mega success BUTCH CASSIDY.

THE STING tells the story of a man who lives by small strokes of a pickpocket who accidentally victimizes the “mule” of a powerful gangster, stealing thousands of dollars from him. The bandit starts to chase the whole gang. The terrible consequences of what happened cause Johnny Hooker (Robert Redford, masterful) to look for another swindler Henry Goddorf (wonderful Paul Newman) to take revenge.

The two prepare a complex coup to take revenge on gangster Doyle Lonnegan (impeccable Robert Shaw). David S. Warner‘s script is wonderful and has impressive agility. The film becomes a mix of comedy and thriller.

The cast of THE STING is memorable. Charles Durning, Eileen Brennan, Ray Walston, Harold Gould, Dana Elcar and Dimirta Arliss. And best of all, they act as a perfect team.

As the cherry on the cake, the film has an absolutely memorable soundtrack, written by Marvin Hamlisch. I still remember looking like a long-play crazed fan with the film’s soundtrack, which I found on the extinct King’s Discs on the steps of Galeria Chaves. I almost finished the record so many times I heard it.

Significantly THE STING won 7 of the 10 Oscars for which he was nominated: film, director, script, art direction, costume design (the iconic Edith Head), editing and soundtrack.

Today we talk about “feel good movie”, the one where everything is thought for the viewer to leave the cinema happy. THE STING is exactly that, the feeling of happiness in seeing it is repeated every time we review the masterful work of Roy Hill and his gang. And that scene of the Poker’s Game in the train is simply unforgettable.

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