UM CRIME IMPERFEITO ou A VIDA PRIVADA DE UMA MULHER MODERNA: Filme Ruim Demais

Aluguei para ver neste final de semana o filme AN IMPERFECT MURDER (também intitulado THE PRIVATE LIFE OF A MODERN WOMAN), que o polêmico cineasta James Toback – atualmente enfrentando 38 acusações de assédio sexual por mulheres que trabalharam com ele – fez em 2017.

O filme conta a história de uma atriz de sucesso (Sienna Miller sempre interessante) que um dia recebe a visita do ex-namorado, drogado e violento a quem acidentalmente mata em uma briga corporal quando ela a agredia mais uma vez. Ela resolve se livrar do corpo e fazer como se nada tivesse acontecido.

O contato de um policial da Delegacia de narcóticos (Alec Baldwyn meio perdido) traz o drama de volta.

Realmente é um filme frustrado. A intenção de criar a dúvida se a morte ocorreu ou não (poderia ser um pesadelo da protagonista ou mesmo uma história de ficção que ela estaria criando) não decola pelos diálogos soltos e sem sentido do roteiro, especialmente no surreal jantar dela com a mãe (Collen Camp) e o avô com demência (Charles Grodin).

O filme tem apenas 71 minutos de duração. Pelo menos fomos poupados.

I rented to see this weekend the movie AN IMPERFECT MURDER (also titled THE PRIVATE LIFE OF A MODERN WOMAN), which the controversial filmmaker James Toback – currently facing 38 sexual harassment charges by women who worked with him – made in 2017.

The film tells the story of a successful actress (Sienna Miller always interesting) who one day receives a visit from her ex-boyfriend, a drug addict and violent person who accidentally kills in a body fight when she is again assaulted by him. She decides to get rid of the body and do it as if nothing has happened.

The contact of a narcotics police officer (Alec Baldwyn, lost) brings the drama back.

It really is a very frustrated film. The intention to create doubt whether the death occurred or not (it could be the protagonist’s nightmare or even a fictional story she would be creating) does not take off due to the loose and meaningless dialogues of the script, especially in her surreal dinner with her mother ( Collen Camp) and her grandfather with dementia (Charles Grodin).

The film is only 71 minutes long. At least we were spared.

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