BORAT: FITA DE CINEMA SEGUINTE – Um Jornalista do Cazaquistão Outra Vez nos EUA

O Mockumentary (falso documentário) é um gênero cinematográfico onde se faz um filme de ficção como se fosse um documentário. Seus elementos principais (roteiro, personagens, eventos) são apresentados como verdadeiros, embora sejam todos ficcionais. O ótimo Sacha Baron Cohen (um ator e diretor inglês de ascendência israelita formado em arte dramática em Cambridge) marcou seu nome, anos atrás ao fazer um mockumentary de grande sucesso intitulado BORAT.

O filme narrava as supostas aventuras de Borat Sagdyiev, um jornalista fictício de um País da ex-União Soviética chamado Cazaquistão que vai aos Estados Unidos com a missão de fazer um documentário sobre as diferenças da vida nos EUA e no seu País. Como eu não gostei do primeiro filme, tinha resolvido não ver o segundo, mas a entusiasmada reação de meu amigo Zé Victor Castiel, me levou a ver BORAT 2.

Achei bem melhor que o primeiro. Acho que a maior maturidade de Sacha Baron Cohen (um dos atores que pontificam no ótimo OS 7 DE CHICAGO da NETFLIX) retiraram um pouco dos exageros escatológicos do primeiro filme, embora este ainda tenha algumas coisas de mau gosto que poderiam ser evitadas.

Agora o jornalista Borat Sagdyiev é retirado do Gulag em que esteve preso no Cazaquistão depois que caiu em desgraça política com o regime, para voltar aos Estados Unidos com a missão de entregar um macaco ao Vice-Presidente Mike Pence.

O filme ganhou projeção maior ainda pela “pegadinha”que fez com o advogado e ex-Prefeito de Nova Iorque Rudy Giuliani que ao ser supostamente entrevistado por uma jornalista cazaquistanesa (a atriz búlgara Maria Bakalova que faz a filha de Borat) efetivamente tentou se insinuar com a menina em um quarto de hotel.

BORAT: FITA DE CINEMA SEGUINTE, dirigido pelo cineasta americano de 40 anos, Jason Woliner consegue entreter e provocar risadas no espectador. Os exageros de Borat em expor as loucuras atuais da tecnologia, dos exageros e das mazelas políticas dos EUA ainda ganhou um impulso extra pelos últimos dias da Era Trump.

O Zé Victor tinha razão. Valeu a pena ver o filme de Sacha Baron Cohen, um artista muito criativo, provocativo e inconformado que fez seus trabalhos com muita competência.

Mockumentary (fake documentary) is a cinematographic genre where a fictional film is made as if it was a documentary. Its main elements (script, characters, events) are presented as true, although they are all fictional. The great Sacha Baron Cohen (an English actor and director of Israeli descent graduated in dramatic art at Cambridge) made his name years ago by making a highly successful mockumentary entitled BORAT.

The film narrated the alleged adventures of Borat Sagdyiev, ​​a fictional journalist from a country in the former Soviet Union called Kazakhstan who goes to the United States with the mission of making a documentary about the differences in life in the USA and in his country. As I did not like the first film, I had decided not to see the second, but the enthusiastic reaction of my friend Zé Victor Castiel, led me to see BORAT 2.

I thought it was much better than the first. I think that the greater maturity of Sacha Baron Cohen (one of the actors who punctuate NETFLIX’s great THE TRIAL OF CHICAGO SEVEN) removed some of the eschatological exaggerations of the first film, although it still has some bad taste that could be avoided.

Now the journalist Borat Sagdyiev is removed from the Gulag where he was imprisoned in Kazakhstan after he fell out of political favor with the regime, to return to the United States with the mission of delivering a monkey to Vice President Mike Pence.

The film gained even greater prominence due to the “gotcha” he made with the lawyer and former New York Mayor Rudy Giuliani who was allegedly interviewed by a Kazakh journalist (the Bulgarian actress Maria Bakalova who plays Borat’s daughter) effectively tried to insinuate himself with the girl in a hotel room.

BORAT: SUBSEQUENT MOVIEFILM, directed by the 40-year-old American filmmaker, Jason Woliner manages to entertain and make the viewer laugh a lot. Borat’s exaggerations in exposing the current madness of US technology, exaggerations and political ills still gained an extra boost in the last days of the Trump Era.

Zé Victor was right. It was worth watching the film by Sacha Baron Cohen, a very creative, provocative and non-conformist artist who did his work with great competence.

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