LET’S THEM ALL TALK: Meryl & Soderbergh Fazem um Ótimo Filme

A HBO MAX está apresentando LET’S THEM ALL TALK, mais um belo filme do cineasta americano Steven Soderbergh. Uma escritora americana, em fase de bloqueio em seu novo livro, recebe um prêmio importante na Europa e convida as duas melhores amigas e o sobrinho para irem com ela a bordo do Navio Queen Mary 2.

O trio central de atrizes é demais: Meryl Streep, sempre brilhante, dá mais um show como a ambivalente escritora Alice Hughes. Candice Bergen e Diane Wiest igualmente estão maravilhosas como as amigas hesitantes sobre como agir com a famosa que é amiga e celebridade. Ainda tem o ótimo Lucas Hedges (BEN IS BACK, LADYBUG e MANCHESTER À BEIRA MAR) e a divertida Gemma Chan.

A escritora Deborah Eisenberg fez o roteiro, embora as entrevistas dos atores e de Soderbergh digam que a maior parte dos diálogos foi improvisado pelo elenco a partir de diretrizes do roteiro. Isto torna ainda mais interessante o filme.

Há diálogos demais, O filme é muito verborrágico. Mas superado este fato, a história e o desenvolvimento da trama são brilhantemente feitos por Soderbergh, um talento bem acima da média.

Não há como não se emocionar com o final do filme. É surpreendente e maravilhoso.

HBO MAX is presenting LET’S THEM ALL TALK, another beautiful film by American filmmaker Steven Soderbergh. An American writer, blocking with her new book, receives an important award in Europe and invites her two best friends and her nephew to go with her on the Queen Mary 2 ship.

The central trio of actresses is awesome: Meryl Streep, always brilliant, gives another show as the ambivalent writer Alice Hughes. Candice Bergen and Diane Wiest are equally wonderful as the hesitant women about how to act with the friend who is friendly and celebrity. There’s still the great Lucas Hedges (BEN IS BACK, LADYBUG and MANCHESTER BY THE SEA) and the funny Gemma Chan.

Writer Deborah Eisenberg wrote the script, although interviews with the actors and Soderbergh say that most of the dialogues were improvised by the cast based on the script’s guidelines. This makes the film even more interesting.

There are too many dialogues, the film is very verbose. But overcoming this fact, the story and development of the plot are brilliantly made by Soderbergh, a talent well above average.

There is no way not to be moved by the end of the film. It is surprising moving and wonderful.

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