BEATRICE DALLE, Mas Pode Chamar de BETTY BLUE

A atriz francesa Beatrice Dalle está fazendo 56 anos hoje.

Embora já tenha feito 64 filmes até hoje, foi em sua estreia, em 1986, que ela se eternizou como BETTY BLUE,a protagonista do filme de Jean-Jacques Beineix, um dos personagens femininos daquela década.

A mitologia em torno de (37o.2 LE MATIN no original) BETTY BLUE envolve uma suposta cena real de sexo que abre o filme, uma versão do diretor com mais de três horas de filme lançada em DVD anos depois e a sempre enigmática modelo Beatrice Dalle, uma beleza diferente na fala de Beineix.

Matty Stanfield (do site mattysteinfield.com) escreveu sobre BETTY BLUE: “A história ultra-erótica de amor, paixão, obsessão e tragédia de Jean-Jacques Beineix compartilhada entre um simples reparador e uma jovem mentalmente frágil capturou rapidamente a psique de duas gerações de jovens americanos e britânicos. Betty Blue era amada igualmente por ambos os sexos no final dos anos 1980. O motivo de tanto amá-lo estava ligado à fusão frenética de cores brilhantes, romance intenso e sexualidade gráfica de maneiras que atraíam tanto as mulheres quanto os homens. Uma ocorrência estranha. E nenhum de nós jamais tinha visto o que parecia ser sexo não simulado misturado com romance terrível. E em cores tão vivas e lindas?!?!”

BETTY BLUE – que vi a primeira vez em uma sessão da meia noite do Cine ABC – está para sempre em minha memória.

French actress Beatrice Dalle is turning 56 today.

Although she has made 64 films to date, it was on her debut in 1986 that she became eternal as BETTY BLUE, the protagonist of the film by Jean-Jacques Beineix, one of the female characters of that decade.

The mythology around (37o.2 LE MATIN in the original) BETTY BLUE involves a supposed real sex scene that opens the film, a version of the director with more than three hours of film released on DVD years later and forever enigmatic model Beatrice Dalle, “a different beauty” in Beineix’s speech.

Matty Stanfield (from mattysteinfield.com) wrote about BETTY BLUE: “Jean-Jacques Beineix’s ultra-erotic story of love, passion, obsession and tragedy shared between a simple repairman and a mentally fragile young woman quickly captured the psyches of two generations of American and UK youth. Betty Blue was beloved equally by both sexes in the late 1980’s. The reason that we loved it so much was tied into the frantic fusion glossy colors, intense romance and graphic sexuality in ways that appealed as much to young women as it did to young men. An odd occurrence. And, none of us had ever seen what appeared to be unsimilated sex mixed with dire romance. And in such vivid and pretty colors?!?!

BETTY BLUE – which I saw for the first time in a midnight show at Cine ABC – is forever in my memory.

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