A PORTEIRA: Duro de Matar Feminino Tem Muita ação Mas Erros a Granel

A atriz e modelo australiana Ruby Rose deixou a série BATWOMAN do Canal CW para desenvolver sua carreira no cinema. O primeiro filme que aparece na sequencia é A PORTEIRA (THE DOORMAN), um título de ação dirigido pelo cineasta japonês Ryûhei Kitamura.

A base do roteiro do filme claramente é o primeiro DURO DE MATAR. Uma ex-mariner traumatizada pelos acontecimentos de um ataque terrorista volta a Nova Iorque e vai trabalhar de porteira em um prédio antigo que está passando por uma grande reforma durante a época da Páscoa. Virtualmente vazio, ficam no prédio no feriado apenas um casal de idosos e o cunhado da militar com seus dois filhos. O prédio é atacado por uma quadrilha fortemente armada cujo objetivo é roubar pinturas de valor inestimável que estão no cofre do idoso.

Esta é a história que leva Ali a ter que enfrentar sozinha uma dezena de mercenários dispostos a matar. A quantidade de cenas “chupadas” da franquia DURO DE MATAR é incrível. Seguir os problemas enfrentados pela John McLane feminina até fica divertido. A produção – com todos os tipos de lutas e mortes possíveis – é caprichada.

Curiosamente, além de Ruby Rose (que se esforça para criar uma personagem), estão no elenco o ótimo Jean Reno (como Victor Dubois, aqui fazendo um daqueles filmes para “pagar as contas”), o chefe da quadrilha e mente por trás do ataque, um violento especialista em arte que tortura todos da família da mocinha. O cunhado hesitante é o ator britâncio Rupert Evans (de THE MAN OF THE HIGH CASTLE). Ainda tem o norueguês Aksel Hennie, de HEADHUNTERS.

THE DOORMAN tem uma quantidade de absurdos e erros em uma quantidade incrível para um filme americano com este orçamento. Muitos filmes já comprovaram que querer fazer um filme de ação não implica em abandonar a lógica e a razoabilidade. A própria franquia DURO DE MATAR criou pelo menos os dois primeiros capítulos como exemplares filmes de ação.

Acho que a carreira pós-BATWOMAN de Ruby Rose iniciou de forma bem mais ou menos.

Australian actress and model Ruby Rose left the BATWOMAN series on Canal CW to develop her film career. The first film to appear in the sequence is THE DOORMAN, an action title directed by Japanese filmmaker Ryûhei Kitamura.

The basis of the film’s script is clearly the first HARD TO KILL. An ex-mariner traumatized by the events of a terrorist attack returns to New York and goes to work as a janitor in an old building that is undergoing a major renovation during Easter time. Virtually empty, only an elderly couple and the brother-in-law of the military with their two children are in the building on holiday. The building is attacked by a heavily armed gang whose objective is to steal priceless paintings that are in the elderly’s safe.

This is the story that leads Ali to face alone a dozen mercenaries willing to kill. The number of “sucked” scenes in the DURO DE MATAR franchise is incredible. Following the problems faced by the female John McLane is even fun. Production – with all kinds of fights and possible deaths – is neat.

Interestingly, in addition to Ruby Rose (who strives to create a character), the great Jean Reno (as Victor Dubois), the leader of the gang and the mind behind the attack, a violent art expert who tortures, are also cast all of the girl’s family. The hesitant brother-in-law is British actor Rupert Evans (from THE MAN OF THE HIGH CASTLE). He still has the Norwegian Aksel Hennie, from HEADHUNTERS.

THE DOORMAN has an incredible amount of absurdities and errors for an American film with this budget. Many films have proven that wanting to make an action movie does not mean abandoning logic and reasonableness. The DURO DE MATAR franchise itself created at least the first two chapters as exemplary action films.

I think Ruby Rose’s post-BATWOMAN career started more or less slow.

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.