LIES AND DECEPTION: Lifetime Traz Telefilme Canadense que Tinha um Bom Argumento

A diferença entre argumento e roteiro é essencial no cinema. Argumento é a síntese da história, a ideia central da trama. O roteiro desenvolve esta história, criando personagens, diálogos e cenas com todos os seus detalhes. Muitas vezes um filme potencialmente bom, não consegue atingir a plenitude de suas possibilidades justamente por um ótimo argumento gerar um roteiro pobre.

É o caso do telefilme Canadense do Canal LIFETIME, LIES AND DECEPTION, do cineasta (nascido em Quebec), Louis Bélanger.

Uma viúva é surpreendida cinco anos depois da morte de seu marido, pela visita de um policial anunciando que o corpo de seu marido acabava de ser descoberto em um subúrbio da cidade onde viviam. O marido havia morrido ou não? Onde ele ficou nestes cinco anos em que ela sofreu os efeitos da viuvez? Como foi a morte dele agora?

Como a Polícia identifica uma morte natural, informa à viúva que não há nada a investigar. Ela, então, contrata um detetive particular para resolver o mistério.

A protagonista é uma das musas de David Lynch, a atriz americana Mädchen Ammick (a eterna Shelly Johnson de TWIN PEAKS). Pós Lynch, Ammick andou rodando alguns filmes que prometiam muito como DREAM LOVER, mas não firmou sua carreira.

Ultimamente, Mädchen Ammick desenvolveu carreira em séries de TV, como DAMAGES, C.S.I. NEW YORK, LONGMIRE, AS BRUXAS DO WEST END e por último RIVERDALE, onde vem se destacando como a personagem Alice Cooper.

No filme de Bélanger, ela faz Jean Brooks, a viúva desorientada pela “segunda” morte de seu marido. O P.I. que ela contrata é Eddie Fate (Andrew W. Walker).

O problema é que o desenvolvimento que o roteiro faz da história é muito pobre, sem qualquer criatividade ou imaginação. Todos os personagens, diálogos e cenas são previsíveis demais. Nada surpreende o espectador.

LIES AND DECEPTION é mais um telefilme bem fraquinho. Apesar de Mädchen Ammick.

The difference between script and script is essential in cinema. Argument is the synthesis of history, the central idea of ​​the plot. The script develops this story, creating characters, dialogues and scenes with all its details. Often a potentially good film fails to reach its full potential precisely because of a great argument to generate a poor script.

This is the case of the Canadian telefilm on the LIFETIME Channel, LIES AND DECEPTION, by filmmaker (born in Quebec), Louis Bélanger.

A widow is surprised five years after her husband’s death, by the visit of a policeman announcing that her husband’s body had just been discovered in a suburb of the city where they lived. Had the husband died or not? Where did he stay in these five years that she suffered the effects of widowhood? How was his death now?

As the police identify a natural death, they inform the widow that there is nothing to investigate. She then hires a private investigator to solve the mystery.

The protagonist is one of the muses of David Lynch, the American actress Mädchen Ammick (the eternal Shelly Johnson of TWIN PEAKS). After Lynch, Ammick was shooting some films that promised a lot like DREAM LOVER, but it didn’t establish his career.

Lately, Mädchen Ammick has developed a career in TV series such as DAMAGES, C.S.I. NEW YORK, LONGMIRE, THE WITCHES OF WEST END and finally RIVERDALE, where she has been standing out as the character Alice Cooper.

In Bélanger’s film, she plays Jean Brooks, the widow disoriented by her husband’s “second” death. The P.I. that she hires is Eddie Fate (Andrew W. Walker).

The problem is that the script’s development of the story is very poor, without any creativity or imagination. All the characters, dialogues and scenes are too predictable. Nothing surprises the viewer.

LIES AND DECEPTION is another very weak telefilm. Despite Mädchen Ammick.

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