JADE: Um Thriller que Quase Chegou Lá

Em 1995, na trilha do enorme sucesso de INSTINTO SELVAGEM, o cineasta americano William Friedkin levou às telas outro roteiro de Joe Eszterhas. O filme se chamava JADE e é outro thriller violento, com fortes conotações sexuais.

Um ambicioso promotor de San Francisco é encarregado de investigar o brutal assassinato de um milionário com fortes relacionamentos políticos na cúpula da cidade. No cofre do finado, ele encontra fotos comprometedoras do Governador do Estado que o levam a uma rede de corrupção, onde encontros sexuais clandestinos de políticos e empresários são filmados para fins de extorsão. O pior é que parece estar seriamente envolvida a esposa do melhor amigo do Promotor, uma mulher sedutora que tinha sido sua namorada na Faculdade e hoje é uma brilhante pesquisadora.

Quanto mais investiga o caso, mais envolvido ele e a ex-namorada ficam, trazendo mais tensão para a solução do crime.

David Caruso (o eterno Horatio de CSI Miami), Chazz Palmintieri, Richard Crenna, Michael Biehn, Ken King, Angie Everhart e Donna Murphy compõem o cast. O maior nome do filme é a atriz Linda Fiorentino, uma americana que fez muito sucesso na década de 90, com filmes como DEPOIS DE HORAS, O PODER DA SEDUÇÃO (onde fez uma personagem magnífica) e DOGMA. Sua Trina Gavin é misteriosa, sensual, provocativa e faz sucesso como femme fatale.

Ao contrário de INSTINTO SELVAGEM, onde o talento do diretor Paul Verhoeven levou o suspense da trama ao máximo, em JADE, William Friedkin fez muitas cenas completamente previsíveis, um defeito grave para um thriller.

Na minha opinião, um final menos imaginativo para a trama prejudicou muito o filme. Li que existe um final alternativo em uma versão do filme lançada no HULU. Vou atrás. JADE e Linda Fiorentino merecem.

In 1995, on the trail of the huge success of BASIC INSTINCT, American filmmaker William Friedkin brought another screenplay by Joe Eszterhas to the screen. The film was called JADE and is another violent thriller with strong sexual overtones.

An ambitious San Francisco D.A. is tasked with investigating the brutal murder of a millionaire with strong political relationships at the top of the city. In the deceased’s safe, he finds compromising photos of the State Governor that lead him to a network of corruption, where clandestine sexual encounters of politicians and businessmen are filmed for extortion purposes. The worst part is that the wife of the Promoter’s best friend seems to be seriously involved, a seductive woman who had been his girlfriend in college and is now a brilliant researcher.

The more he investigates the case, the more involved he and his ex-girlfriend are, bringing more tension to the solution of the crime.

David Caruso (the eternal Horatio of CSI Miami), Chazz Palmintieri, Richard Crenna, Michael Biehn, Ken King, Angie Everhart and Donna Murphy make up the cast. The biggest name of the film is the actress Linda Fiorentino, an American who was very successful in the 90s, with films such as AFTER HOURS, THE LAST SEDUCTION (where she played a magnificent character) and DOGMA. Her Trina Gavin is mysterious, sensual, provocative and successful as a femme fatale.

Unlike BASIC INSTINCT (where this film captured several scenes), where the talent of director Paul Verhoeven took the suspense of the plot to the maximum, in JADE, William Friedkin made many completely predictable scenes, a serious defect for a thriller.

In my opinion, a less imaginative ending to the plot hurt the film a lot. I read that there is an alternative ending to a version of the film released at HULU. I’ll go after it. JADE and Linda Fiorentino deserve it.

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