DIGGSTOWN: Advogados Trabalhando Pro Bono em Favor de Pessoas à Margem do sistema

Li nos sites de cinema que a série canadense original do canal BET+, intitulada DIGGSTOWN foi adquirida pela FOX para exibição mundial, ao mesmo tempo em que era renovada para uma segunda temporada. Fui atrás para dar uma espiada. Gostei.

Tenho percebido que a cinematografia canadense tem produzido boas séries e filmes. A produção de lá conta com ótimos profissionais como roteiristas, diretores e atores.

O argumento de DIGGSTOWN mostra uma advogada corporativa que perde um tia querida que se suicida após ser vítima de um erro do sistema penal, que lhe acusou e condenou erroneamente.

Este trauma leva a advogada Marcie Diggs a trabalhar em uma Legal Aid (uma espécie de defensoria pública) criada para atender as necessidades legais de pessoas carentes, pelo que ela passa a trabalhar com casos de preconceito racial, imigrantes, transgêneros e outros marginalizados pelo sistema.

O escritório que faz trabalhos pro bono, é coordenado pela experiente Coleen McDonell (a atriz canadense Natasha Henstridge, que assombrou o mundo na franquia SPECIES) que comanda um time de advogados com histórias passadas traumáticas. Há uma filha de milionários que resolve se dedicar às pessoas pobres (Stacey Farber, de VIRGIN RIVER), um índio renegado por sua tribo por ter defendido um assassino (Brando Oakes, de ANNE WITH AN E), e um veterano ativista de direitos humanos.

A protagonista é a atriz canadense Vinessa Antoine, que trabalhou em HAVEN e BEING ERICA. Como Marcie Diggs, tendo a responsabilidade de conduzir a trama, ela faz um trabalho ótimo sabendo muito bem alternar os momentos de imposição com as fragilidades de alguém traumatizada pela morte da tia.

A primeira temporada de DIGGSTOWN tem 12 capítulos. As primeiras histórias mostram dramas de pessoas que o sistema legal tende preconceituosamente a relegar a segundo plano.

Este é justamente o charme de DIGGSTOWN. Fazer um drama legal sobre fracos e oprimidos.

I read on movie websites that the original Canadian series from BET +, entitled DIGGSTOWN, was acquired by FOX for world exhibition, while it was being renewed for a second season. I went after to have a look. I liked it.

I have noticed that Canadian cinematography has produced good series and films. The production there has great professionals such as writers, directors and actors.

DIGGSTOWN‘s argument shows a female corporate lawyer who loses a dear aunt who commits suicide after being the victim of an error in the penal system, which wrongly accused and convicted her.

This trauma leads the lawyer Marcie Diggs to work in a Legal Aid (a kind of public defender office) created to meet the legal needs of needy people, so she starts working with cases of racial prejudice, immigrants, transgender and others marginalized by the system.

The office that does pro bono work is coordinated by experienced Coleen McDonell (Canadian actress Natasha Henstridge, who haunted the world in the SPECIES franchise) who heads a team of lawyers with traumatic past stories. There is a daughter of millionaires who decides to dedicate herself to the poor (Stacey Farber, from VIRGIN RIVER), an Indian renegade by his tribe for defending a murderer (Brando Oakes, from ANNE WITH AN E), and a veteran human rights activist .

The protagonist is Canadian actress Vinessa Antoine, who worked on HAVEN and BEING ERICA. Like Marcie Diggs, having the responsibility of directing the plot, she does a great job knowing very well how to alternate the moments of imposition with the fragilities of someone traumatized by the death of her aunt.

The first season of DIGGSTOWN has 12 chapters. The first stories show dramas of people that the legal system tends prejudicedly to relegate to the background.

This is exactly the charm of DIGGSTOWN. Make a cool legal drama about the weak and oppressed.


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