MIDNIGHT IN THE SWITCHGRASS: Mais um Filme Sobre Serial Killer com Cara de “Déjà Vu”

MIDNIGHT IN THE SWITCHGRASS – que estreou ontem na Apple TV+ – é mais entre centenas de filmes atuais focando a figura do serial killer. Mais uma vez as vítimas em série são meninas pós adolescentes que somem próximo de suas casas em postos de caminhões. Também como muito visto, o vilão é um motorista de caminhão que tem uma vida religiosa e familiar e, nas horas vagas se dedica a crimes sexuais horríveis com as meninas sequestradas e mantidas em cativeiro em um celeiro a poucos metros de sua casa.

E, finalmente, mais uma vez ele é caçado por uma dupla de mocinhos meio improvável, uma agente do FBI que se dedica a perseguir e prender exploradores de prostitutas (Megan Fox, tentando ser uma atriz séria) e um policial da Flórida inconformado pela preguiça de seus chefes e parceiros que o lava a contar cadáveres de jovens e ter que dar a macabra notícia às famílias delas (Emile Hirsch em um bom trabalho).

O elenco tem ainda mais um nome famoso. Bruce Willis faz um veterano agente do FBI, parceiro da Rebecca de Megan Fox, dando sequencia à onda de filmes que ele parece escolher apenas para colocar alguns dólares na conta bancária, dando saudades de John McLane. Este aqui até diverte e entretem, porque é bem melhor dos que os recentes TRAUMA CENTER e DEATH WISH.

O bandido, claramente inspirado em Buffalo Bill, o melhor de todos os serial killers, é vivido por uma desaparecido Lukas Haas (ainda menino foi a testemunha de um crime no notável THE WITNESS, de Peter Weir.

O roteiro investe em clichês seguros, sem nenhuma ousadia criativa. Percorrendo caminhos já muito trilhados, corre poucos (ou nenhum) riscos.

Mas sendo uma produção caprichada (orçamento de 15 milhões de dólares) o filme de estréia do Produtor Randall Emmett tem recursos suficiente para distrair o espectador durante 99 minutos.

Aliás, ser curtinho foi outro mérito desta história “deja vu” sobre mais um serial killer de meninas na Flórida.

MIDNIGHT IN THE SWITCHGRASS – which premiered yesterday on Apple TV+ – is one of hundreds of current movies focusing on the serial killer figure. Once again the serial victims are post-teen girls who disappear near their homes at truck stations. Also seen as much, the villain is a truck driver who has a religious and family life and, in his spare time, engages in horrific sex crimes with the girls kidnapped and held captive in a barn a few meters from his house.

And finally, he is once again hunted by a pair of rather unlikely good guys, an FBI agent who is dedicated to stalking and arresting prostitute exploiters (Megan Fox, trying to be a serious actress) and a Florida cop dissatisfied by the laziness of his bosses and partners who wash him in counting the corpses of young people and having to give the macabre news to their families (Emile Hirsch in a good job).

The cast has yet another famous name. Bruce Willis plays a veteran FBI agent, partner with Megan Fox’s Rebecca, following up on the wave of movies he seems to choose just to put a few dollars in his bank account, making us miss John McLane. This one even entertains, because it’s much better than the recent TRAUMA CENTER and DEATH WISH.

The villain, clearly inspired by Buffalo Bill, the best of all serial killers, is played by a missing Lukas Haas (as a boy he was witness to a crime in Peter Weir‘s remarkable THE WITNESS.

The script invests in safe clichés, without any creative daring. Traveling on long-trodden paths, you run few (or no) risks.

But being a neat production ($15 million budget) Producer Randall Emmett‘s debut film has enough resources to entertain the viewer for 99 minutes.

By the way, being short was another merit of this “deja vu” story about yet another serial killer of women in Florida.

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