O INIMAGINÁVEL: Filme Sueco Arrisca e Erra o Alvo

O NOW está apresentando o drama sueco O INIMAGINÁVEL, dirigido pelo cineasta Victor Danell. A trama narra um fictício episódio em que, sem qualquer prévio aviso, a Suécia é atacada por forças militares não identificadas (a princípio seriam terroristas, mas a maioria acha que são russos) com um poder de destruição sem precedentes.

Um comunidade campestre do interior, onde pai, mãe e filho têm lá seus conflitos pelo gênio irascível do Pai, viram café pequeno diante da destruição e mortes que se abatem sobre todos.

A ideia de olhar como uma comunidade comum reagiria ao ser atacada de forma tão brutal e destruidora era muito interessante.

Mas confesso que certas ingenuidades do filme – o protagonista pianista maneja uma metralhadora como se fosse James Bond apenas para citar um exemplo – cansam cedo a paciência do espectador.

Ademais, os longos e desnecessários 129 minutos do filme, São, em sua maioria, ocupados por explosões, destruição e tiroteios meio sem sentido. Os comandos militares invasores disparam centenas de tiros nos camponeses fugitivos sem acertar um só tiro. Ao menos nos mocinhos.

Acho que o filme perdeu uma ótima oportunidade. O romance sueco campesino entre o jovem pianista e sua namoradinha de infância era um tema bem melhor que todo este tiroteio e explosões.

Poderia ter sido e não foi.

NOW is presenting the Swedish drama THE UNTHINKABLE, directed by filmmaker Victor Danell. The plot narrates a fictional episode in which, without any prior warning, Sweden is attacked by unidentified military forces (in principle they would be terrorists, but most think they are Russian) with unprecedented destructive power.

A rural community in the interior, where father, mother and son have their conflicts due to the irascible genius of the Father, they become a small point in the face of the destruction and deaths that befall all of them.

The idea of ​​looking at how an ordinary community would react to being attacked in such a brutal and destructive way was very interesting.

But I confess that certain ingenuities of the film – the pianist protagonist wields a machine gun as if he were James Bond just to cite one example – soon tire the viewer’s patience.

Moreover, the long and unnecessary 129 minutes of the film, are, for the most part, occupied by explosions, destruction and senseless shootings. The invading military commandos fire hundreds of shots at the fleeing peasants without hitting a single shot. At least in the good guys.

I think the movie missed a great opportunity. The Swedish peasant romance between the young pianist and his childhood sweetheart was a much better theme than all this shooting and explosions.

Could have been and wasn’t.

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