PERMISSÃO: Drama Sobre Relacionamentos Patina em Idealismo Moral

O filme PERMISSÃO, em cartaz no STAR + tem como atração seu elenco: Rebecca Hall, Jason Sudeikis, Gina Gershon, Dan Stevens, François Arnaud, Morgan Spector e David Joseph Craig vivem os personagens da trama que mostra dois casais novaiorquinos tentando definir seu futuro amoroso.

O casal principal está próximo de ir morar juntos na casa construída por ele para ser a morada dos sonhos. Ela, que somente teve ele de namorado na vida, chega a certo ponto onde passa se perguntar: “como saber que ele é o cara, se é o único que conheci?”

O segundo casal são dois homens em que um está muito satisfeito com a vida que levam e o outro alimenta o sonho de ter um filho, no que não é acompanhado pelo parceiro.

A licença para encontrarem (e fazer sexo) com outros parceiros para ter certeza do que querem termina sendo um tiro no pé.

Os encontros com terceiros e os desencontros entre os quatro são narrados com certa leveza e humor, mas esta foi apenas uma fórmula de evitar o aprofundamento das discussões dos temas que o filme foge em abordar.

Rebecca Hall, de quem gosto muito, me pareceu sub aproveitada neste filme.

Achei superficial a abordagem.

Tudo ficou meio pasteurizado. No final, PERMISSÃO não atingiu seu objetivo.

The film PERMISSION, on STAR+, has as attraction its cast: Rebecca Hall, Jason Sudeikis, Gina Gershon, Dan Stevens, François Arnaud, Morgan Spector and David Joseph Craig live the characters of the plot that shows two New York couples trying define your love future.

The main couple are about to move in together in the house he built to be their dream abode. She, who has only had him as a boyfriend in her life, reaches a point where she starts to ask herself: “how do I know he’s the guy, if he’s the only one I’ve met?”

The second couple are two men, one is very satisfied with the life they lead and the other nourishes the dream of having a child, in which he is not accompanied by his partner.

The license to meet (and have sex) with other partners to make sure what they want ends up being a bad idea.

The encounters with third parties and the disagreements between the four are narrated with a certain lightness and humor, but this was just a formula to avoid deepening the discussions of the themes that the film avoids to address.

Rebecca Hall, whom I like a lot, seemed under-appreciated in this film.

I found the approach superficial.

Everything was kind of pasteurized. In the end, PERMISSION didn’t reach its goal.

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