BIG SKY: Segunda Temporada Inicia Mantendo as Surpresas

A melhor série da ABC americana (tem no HULU) iniciou sua segunda temporada mantendo a ideia de surpreender o espectador em cada episódio. No último capítulo da primeira temporada uma das duas protagonistas termina levando um tiro de fuzil no peito. O protagonista da série (Ryan Phillipe) já tinha sido morto, de forma absolutamente inesperada, em meio a primeira temporada.

Há muita coisa positiva em BIG SKY. As duas atrizes principais fazem personagens femininas completamente empoderadas. Donas de uma agência de detetives, elas não estão nem aí para as regras estabelecidas. Ao contrário, parecem ter um fascínio por fazer (e ir) aonde os homens não vão.

Katheryn Winnick e Kyle Bunburi vão fazendo sua história. Bebem à vontade, transam como quem querem, viajam para onde o nariz aponta e conduzem sua equipe por suas vontades e intuições. Sem nenhuma culpa. Um raro exemplo no mundo das séries.

Outro destaque é a personagem da ex-abusada Jemie, hoje trabalhando na agência. Ela é feita pelo ator não binário Jesse James Keitel e, salvo dos vilões, recebe um tratamento absolutamente igualitário e respeitoso. O que deveria ser usual na televisão ganha ares de raridade bem vinda.

Outro elemento digno de nota são os vilões. Embora cada história tenha seus bad guys (como tem gente ruim no interior dos Estados Unidos), os dois principais, o guarda Rick Legarsky (John Carol Lynch) e o pervertido assassino Ronald Pergman (Brian Geragthy) parecem teimar em reaparecer.

E BIG SKY, vai encontrando seu caminho, diferente dos concorrentes, original, criativa e cheia de ousadias. O que é digno de ser saudado em tempos conservadores no mundo da tv aberta.

The best American ABC series (has on HULU) started its second season keeping the idea of ​​surprising the viewer in each episode. In the last chapter of the first season, one of the two protagonists ends up being shot in the chest with a rifle. The series’ protagonist (Ryan Phillipe) had already been killed, quite unexpectedly, halfway through the first season.

There’s a lot of positive stuff about BIG SKY. The two main actresses play fully empowered female characters. Owners of a detective agency, they don’t care about the established rules. On the contrary, they seem to have a fascination for doing (and going) where men don’t go.

Katheryn Winnick and Kyle Bunburi are making their history. They drink freely, have sex as they please, travel where the nose points and lead their team by their will and intuition. Without any guilt. A rare example in the world of series.

Another highlight is the character of the ex-abused Jemie, now working at the agency. It is played by non-binary actor Jesse James Keitel and, save from the villains, receives absolutely equal and respectful treatment. What should be usual on television takes on a welcome rarity.

Another element worth noting is the villains. While every story has its bad guys (as there are bad people in the US countryside), the two main ones, guard Rick Legarsky (John Carol Lynch) and perverted murderer Ronald Pergman (Brian Geragthy) seem to insist on reappearing.

And BIG SKY, finds its way, different from the competitors, original, creative and full of boldness. Which is worthy of being welcomed in conservative times in the broadcast world.

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