A PONTE DE REMAGEN: Filme de Guerra Clássico Mantém Seu Charme 53 Anos Depois

Neste sábado fui rever um filme clássico: A PONTE DE REMAGEN, dirigido pelo cineasta John Guillermin (INFERNO NA TORRE).

Há muitos filmes clássicos de guerra, como OS CANHÕES DE NAVARONE, O MAIS LONGO DOS DIAS e INFERNO 17, apenas para citar três ilustres exemplares. Modernamente, APOCALIPSE NOW, PLATOON e NASCIDO PARA MATAR podem ser lembrados.

A PONTE DE REMAGEN narra a história de um batalhão americano, já no final da Segunda Guerra Mundial que recebe a missão de destruir a última ponte intacta sobre o Rio Reno, a fim de impedir a evacuação das últimas tropas nazistas tentando desesperadamente retornar à Alemanha.

O que os aliados não sabiam é que Hitler também já tinha ordenado a seus militares na região para destruir a Ponte de Remagen, evitando que servisse de acesso dos aliados à Alemanha.

George Segal (em um de seus raros papeis dramáticos), Ben Gazarra, Robert Vaugh (o eterno Napoleon Solo, aqui como vilão), Bradford Dilmann, E.G.Marshall, Anna Gäel e Bo Hopkins fazem um ótimo elenco.

Os filmes de guerra da época (este é de 1969) seguiam mais ou menos o mesmo modelo. Uma missão quase suicida para tropas americanas cansadas e desfalcadas, compostas de corajosos soldados lutando contra um exército nazista mais organizado e com muito mais recursos.

Neste sentido, A PONTE DE REMAGEN difere. Os alemães já estavam, à aquela altura da guerra, divididos, sem recursos e desorganizados.

Mesmo assim, George Segal e sua turma têm de lutar em condições adversas, demonstrando sua coragem.

Quando adolescente, eu gostava muito dos filmes de guerra. Eram daqueles filmes que a gente torcia sem maiores preocupações pelos mocinhos aliados contra os vilões nazistas. No final do filme, a gente sempre saía satisfeito com a vitória dos mocinhos.

Na época, o mundo era assim.

This Saturday I went to review a classic film: THE BRIDGE AT REMAGEN, directed by filmmaker John Guillermin (THE TOWERING INFERNO).

There are many classic war movies, such as GUNS OF NAVARONE, THE LONGEST DAY and STALAG 17, just to name three illustrious examples. Modernly, APOCALYPSE NOW, PLATOON and BORN TO KILL can be remembered.

THE BRIDGE AT REMAGEN tells the story of an American battalion, at the end of the Second World War, that receives the mission to destroy the last intact bridge over the Rhine River, in order to prevent the evacuation of the last Nazi troops desperately trying to return to Germany.

What the Allies did not know is that Hitler had also ordered his military in the region to destroy the Remagen Bridge, preventing it from serving as the Allies’ access to Germany.

George Segal (in one of his rare dramatic roles), Ben Gazarra, Robert Vaugh (the eternal Napoleon Solo, here as villain), Bradford Dilmann, EGMarshall, Anna Gäel and Bo Hopkins make a great cast.

The war movies of the time (this one is from 1969) followed more or less the same model. A near-suicide mission for tired and understaffed American troops, made up of brave soldiers fighting a more organized and far more resourceful Nazi army.

In this sense, THE BRIDGE AT REMAGEN differs. The Germans were already, at that point in the war, divided, without resources and disorganized.

Even so, George Segal and the gang have to fight in adverse conditions, demonstrating their courage.

As a teenager, I was really love war movies. They were one of those movies that we cheered without any worries for the good guys allied against the Nazi villains. At the end of the movie, we were always satisfied with the victory of the good guys.

The world was like that back then.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s