MARIA BETHANIA: MÚSICA É PERFUME – Um Documentário Para Se Saborear Lentamente

Ontem revisando o catálogo da Reserva Imovision, deparei com um documentário sobre a cantora Maria Bethânia, intitulado MÚSICA É PERFUME. Assisti todo o filme, deliciado com a arte da cantora baiana.

O filme foi dirigido pelo cineasta francês Georges Gachot, em 2005. Gachot já fez 11 documentários sobre músicos, inclusive Nana Caymmi, João Gilberto e O Samba.

O filme de Gachot é um documentário exemplar sobre uma grande dama da música brasileira.

Leva o espectador para uma bate papo com Maria Bethânia e seus músicos. A gente se sente participando da conversa entre eles, enquanto preparavam o show MÚSICA É PERFUME.

O bom gosto de Gachot fica claro nas seis ou oito canções que são apresentadas inteiras (ou quase isto) durante o filme. A gente vê (e ouve) Bethânia interpretando OLHOS NOS OLHOS, AS PASTORINHAS, SAMBA DA BENÇÃO, TEREZINHA, GENTE HUMILDE, BOM DIA TRISTEZA, O QUE TINHA DE SER, UMA TARDXE EM ITAPOÃ e O MEU AMOR.

Como escreveu Luiz Carlos Merten, é uma declaração de amor do cineasta francês à musicalidade brasileira.

Yesterday, while reviewing the Imovision catalogue, I came across a documentary about the singer Maria Bethânia, entitled MÚSICA É PERFUME. I watched the entire film, delighted with the artistry of the Bahian singer.

The film was directed by French filmmaker Georges Gachot in 2005. Gachot has made 11 documentaries about musicians, including Nana Caymmi, João Gilberto and O Samba.

Gachot’s film is an exemplary documentary about a great lady of Brazilian music.

It takes the viewer into a chat with Maria Bethânia and her musicians. We feel like participating in the conversation between them, while they prepared the show MÚSICA É PERFUME.

Gachot’s good taste is clear in the six or eight songs that are presented in full (or nearly so) throughout the film. We see (and hear) Bethânia interpreting OLHOS NOS OLHOS, AS PASTORINHAS, SAMBA DA BENÇÃO, TEREZINHA, GENTE HUMILDE, BOM DIA TRISTEZA, O QUE TINHA DE SER, UMA TARDE EM ITAPOÃ and O MEU AMOR.

As Luiz Carlos Merten wrote, it is a declaration of love by the French filmmaker to Brazilian musicality.<

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