TOKYO VICE: Michael Mann Mostra Seu Taelnto em Série da HBO MAX

Gosto muito do cineasta Michael Mann. Este americano de Chicago já dirigiu 24 filmes, entre os quais MANHUNTER, THE LAST OF THE MOHICANS, HEAT, THE INSIDER. Só filmaço.

Deparei que ele dirigiu um episódio (o primeiro) da série TOKYO VICE, atualmente em exibição na HBO MAX.

Ansel Elgort (o Tony do WEST SIDE STORY de Spielberg) vive Jake Edelstein, uma jovem americano que vive em Tóquio e resolve ser o primeiro “gaijin” a trabalhar como jornalista no maior jornal local.

Há muitos temas interessantes em TOKYO VICE: imigração, preconceito, exploração de mulheres, assédio, abusos sexuais, dificuldades de integração em uma cultura diferente, corrupção policial.

O lendário ator japonês Ken Watanabe, a bela atriz Rachel keller (FARGO, a série) e a ótima Rinko Kikuchi (lembram da menina de BABEL?) fazem um cast ótimo.

Gostei demais dos três primeiros episódios.

As histórias são divertidas, atraentes, cheias de modernidades, mas guardando um certo tom reverencial pela tradição japonesa secular.

Acho que a série ainda vai crescer.

I really like filmmaker Michael Mann. This American from Chicago has directed 24 films, including MANHUNTER, THE LAST OF THE MOHICANS, HEAT, THE INSIDER. Just great filming.

I came across that he directed an episode (the first) of the TOKYO VICE series, currently airing on HBO MAX.

Ansel Elgort (Spielberg‘s Tony from WEST SIDE STORY) plays Jake Edelstein, a young American who lives in Tokyo and decides to be the first “gaijin” to work as a journalist at the biggest local newspaper.

There are many interesting themes in TOKYO VICE: immigration, prejudice, exploitation of women, harassment, sexual abuse, difficulties in integrating into a different culture, police corruption.

The legendary Japanese actor Ken Watanabe, the beautiful actress Rachel Keller (FARGO, the series) and the great Rinko Kikuchi (remember the girl from BABEL?) make a great cast.

I really enjoyed the first three episodes.

The stories are fun, attractive, full of modernity, but keeping a certain reverential tone for the secular Japanese tradition.

I think the series will still grow.

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