JUSTIÇA A QUALQUER PREÇO: Andrew Lau Fez Thriller Violento com Richard Gere e Claire Danes

Encontrei ontem na TUBI TV o thriller JUSTIÇA A QUALQUER PREÇO (THE FLOCK), que o cineasta chinês Andrew Lau fez em 2007, com Richard Gere e uma jovem Claire Danes.

Gere faz o atormentado e violento funcionário público do Departamento de Segurança Pública encarregado de visitar periodicamente os criminosos cadastrados como estupradores e pedófilos da área do Novo México. O trabalho é duro e insano, porque a fiscalização permanente é a única forma de tentar que eles não voltem a delinquir.

Errol Babbage está por deixar o cargo. Segundo os colegas e seu chefe, ele está se aposentando. Segundo ele próprio, foi demitido. Sua substituta é a jovem Allison Lowry, uma idealista que acredita que seu trabalho pode melhorar o mundo.

Juntos os dois vão, logo no primeiro trabalho em parceria, investigar qual dos abusadores sexuais cadastrados é o responsável pelo desaparecimento de uma menina de 17 anos, fato que move todos da comunidade local.

O filme de Lau claramente se inspira na estética da obra prima de David Fincher SEVEN. Claro que a parte passada no deserto. Toda fotografia, uso de imagens em tons sépia, imagens distorcidas, cenografia das cenas lembram muito o confronto dos personagens de Morgan Freeman e Brad Pitt com o serial killer de Kevin Spacey.

THE FLOCK é um filme muito violento. Desde o tema, é claro. Mas Lau não poupa o espectador de várias cenas de tortura e violência sejam nas descrições e histórias que o veterano Babbage conta para a novata Allison, seja na trama em si.

O elenco ainda tem Ray Wise, KaDee Strickland, Russell Sams e uma ótima participação da cantora e atriz canadense Avril Lavigne, como Beatrice Bell, uma das mulheres vítima da violência.

Vendo o filme, fica fácil entender porque não fez sucesso. O cinema de Lau é seco demais, violento em excesso. O filme, em muitos momentos, se torna duro de ver.

Sua temática é, sem dúvida, relevante. THE FLOCK deixa muitas reflexões sobre as doenças da sociedade.

I found yesterday on TUBI TV the thriller THE FLOCK, which Chinese filmmaker Andrew Lau made in 2007, with Richard Gere and a young Claire Danes.

Gere plays the tormented and violent public servant of the Department of Public Safety charged with periodically visiting criminals registered as rapists and pedophiles in the New Mexico area. The work is hard and insane, because permanent surveillance is the only way to try to keep them from delinquent again.

Errol Babbage is about to step down. According to colleagues and his boss, he is retiring. According to him, he was fired. His replacement is young Allison Lowry, an idealist who believes her work can improve the world.

Together, the two of them will, in the first work in partnership, investigate which of the registered sexual abusers is responsible for the disappearance of a 17-year-old girl, a fact that moves everyone in the local community.

Lau’s film is clearly inspired by the aesthetics of David Fincher‘s masterpiece SEVEN. Of course the part spent in the desert. All the photography, the use of images in sepia tones, distorted images, the scenography of the scenes are very reminiscent of the confrontation between Morgan Freeman and Brad Pitt‘s characters and Kevin Spacey‘s serial killer.

THE FLOCK is a very violent film. From the theme, of course. But Lau does not spare the viewer several scenes of torture and violence, whether in the descriptions and stories that veteran Babbage tells newcomer Allison, or in the plot itself.

The cast still has Ray Wise, KaDee Strickland, Russell Sams and a great participation by Canadian singer and actress Avril Lavigne, as Beatrice Bell, one of the women victims of violence.

Seeing the film, it’s easy to understand why it wasn’t successful. Lau’s cinema is too dry, too violent. The film, in many moments, becomes hard to watch.

Its theme is undoubtedly relevant. THE FLOCK leaves many reflections on the diseases of our society.

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