ELVIS: Dia 14 de Julho nos Cinemas

ELVIS, o novo filme do australiano Baz Luhrmann (MOULIN ROUGE e STRICTLY BALLROOM) estréia no Brasil em 14 de julho.

Claro que depois do enorme sucesso de BOHEMIAN RHAPSODY e ROCKETMAN, uma cinebiografia do King Elvis Presley era inevitável.

Austin Butler (ERA UMA VEZ EM HOLLYWOOD e ARROW) vive Elvis. Tom Hanks faz o seu controvertido empresário Colonel Tom Parker. Olivia de Jonge é Priscilla Presley.

A.O.Scott, em sua crítica no THE NEW YORK TIMES, escreveu: “Quem era ele? O filme não oferece muitas respostas. Mas os espectadores mais jovens, cuja experiência em primeira mão com o Rei é ainda menor do que a minha, podem sair de “Elvis” com pelo menos uma noção de por que deveriam se importar. No final das contas, isso não é um filme biográfico ou de terror ou uma parábola de advertência: é um musical e a música é ótima. Remixado, sim, e cheio de sons que os puristas podem achar anacrônicos. Mas nunca houve nada puro em Elvis Presley, exceto talvez sua voz, e ouvi-la em toda a sua glória dolorida e arrogante, você entende como isso desencadeou um terremoto. Como muitas pessoas que escrevem sobre a cultura popular americana – ou que apenas cresceram na segunda metade do século 20 – passei muito tempo pensando em Elvis. “Elvis”, com todas as suas falhas e compromissos, me fez querer ouvi-lo, como se fosse a primeira vez.”

A conferir.

ELVIS, the new film by Australian Baz Luhrmann (MOULIN ROUGE and STRICTLY BALLROOM) opens in Brazil on July 14th.

Of course after the huge success of BOHEMIAN RHAPSODY and ROCKETMAN, a King Elvis Presley biopic was inevitable.

Austin Butler (ONCE UPON A TIME IN HOLLYWOOD and ARROW) plays Elvis. Tom Hanks plays his controversial manager Colonel Tom Parker. Olivia de Jonge is Priscilla Presley.

A.O.Scott, in his review in THE NEW YORK TIMES, wrote, ” Who was he? The movie doesn’t provide much of an answer. But younger viewers, whose firsthand experience of the King is even thinner than mine, might come away from “Elvis” with at least an inkling of why they should care. In the end, this isn’t a biopic or a horror movie or a cautionary parable: It’s a musical, and the music is great. Remixed, yes, and full of sounds that purists might find anachronistic. But there was never anything pure about Elvis Presley, except maybe his voice, and hearing it in all its aching, swaggering glory, you understand how it set off an earthquake. Like a lot of people who write about American popular culture — or who just grew up in the second half of the 20th century — I’ve spent a lot of time thinking about Elvis. “Elvis,” for all its flaws and compromises, made me want to listen to him, as if for the first time.

To check.

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