CIÚME – O INFERNO DO AMOR POSSESSIVO: Um Chabrol Clássico que Segue Contundente

Claude Chabrol foi um dos principais cineastas franceses de todos os tempos.

Entre 1958 e 2009 fez 75 filmes, entre os quais ótimos como O AÇOUGUEIRO, INSPECTOR BELLAMY e CRIMINAL STORY.

Im de seus clássicos é CIÚME – O INFERNO DO AMOR POSSESSIVO (L’ENFER), ora disponível no MUBI.

Os excelentes François Cluzet e Emmanuelle Béart vivem Paul e Nelly, um jovem e apaixonado casal que é dono de um hotel em uma praia do litoral francês. As locações em Castelnaudary, Aude são magníficas.

À medida em que a vida vai passando, Paul vai desenvolvendo uma neurose de que sua esposa o trai com todos os homens próximos do casal. A loucura toma conta dele a ponto de tornar a vida do casal (e o funcionamento do hotel) um inferno.

A beleza inacreditável de Béart é um elemento essencial da aula de cinema que Chabrol dá, criando várias cenas em que o delirante marido se consome “imaginando” as traições da esposa com outros homens.

O filme é tão bem feito quanto angustiante, focalizando detalhadamente a evolução da loucura de Paul.

Uma loucura sem fim.

Claude Chabrol was one of the greatest French filmmakers of all time.

Between 1958 and 2009 he made 75 films, including great ones like THE BUTCHER, INSPECTOR BELLAMY and CRIMINAL STORY.

One of his classics is TORMENT (L’ENFER), now available on MUBI.

The excellent duo of French artists François Cluzet and Emmanuelle Béart play Paul and Nelly, a young and passionate couple who own a hotel on a beach on the French coast. The locations in Castelnaudary, Aude are magnificent.

As life goes on, Paul develops a neurosis that his wife is cheating on him with all the men close to the couple. Madness takes over him to the point of making the couple’s life (and the hotel’s operation) hell.

Béart’s unbelievable beauty is an essential element of Chabrol’s magnificent film, creating several scenes in which the delusional husband is consumed by “imagining” his wife’s betrayals with other men.

The film is as well done as it is harrowing, focusing in detail on the evolution of Paul’s madness.

Endless madness.

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