A MULHER REI: Bela Metáfora Sobre a Luta Diária das Mulheres

Vi no NOW o filme A MULHER REI, dirigido pela cineasta e roteirista americana Gina Prince-Bythewood (LOVE AND BASKETBALL).

A trama mostra um grupo de mulheres guerreiras que sustentou a liberdade do Reino de Dahomey, na África, durante os séculos 18 e 19.

A extraordinária (e oscarizada) atriz Viola Davis vive o papel de Nanisca, a líder das Agojies. um exército de mulheres negras treinadas para a guerra corpo a corpo.

Ao lado de Viola estão algumas das melhores atrizes afro da atualidade, como Lashana Lynch (a nova 007 de NO TIME TO DIE), Sheila Atim, Thuso Mbedu, Masali Baduza, Jayme Lawson, Adrienne Warren e Shaina West. No elenco masculino, John Boyega, Jordan Bolger e Hero Fiennes Tiffin.

O magnetismo de Viola Davis como protagonista e a história incrível do exército de guerreiras mantém o interesse elevado do espectador.

As cenas de luta são impressionantes e filmadas magustralmente.

Achei a história tão incrível, que na minha opinião, o filme cai um pouco quando se dedica a um romance ou às motivações pessoais da guerreira mor das Agojie.

Não precisava mais nada. A metáfora evidente entre a luta diária das mulheres do mundo inteiro para ter direito a seu lugar e a batalha das agojie é de tirar o fôlego. Machismo, racismo, sexismo, preconceito, está tudo lá na tela.

THE WOMAN KING é um filme muito rico, que vale a pena ser visto e discutido.

E, além disso, é um belo exemplar de entretenimento de alto nível.

I saw the movie THE WOMAN KING on NOW, directed by the American filmmaker and screenwriter Gina Prince-Bythewood (LOVE AND BASKETBALL).

The plot follows a group of female warriors who upheld the freedom of the Kingdom of Dahomey in Africa during the 18th and 19th centuries.

Extraordinary (and Oscar-winning) actress Viola Davis stars as Nanisca, the leader of the Agojies. an army of black women trained for hand-to-hand warfare.

Alongside Viola are some of the best Afro actresses today, such as Lashana Lynch (the new 007 of NO TIME TO DIE), Sheila Atim, Thuso Mbedu, Masali Baduza, Jayme Lawson, Adrienne Warren and Shaina West. In the male cast, John Boyega, Jordan Bolger and Hero Fiennes Tiffin.

The magnetism of Viola Davis as the protagonist and the incredible story of the army of female warriors keep the viewer’s interest very high.

The fight scenes are impressive and masterfully filmed.

I found the story so incredible, that in my opinion, the film falls a little when it is dedicated to a romance or to the personal motivations of the chief warrior of the Agojie.

It didn’t need anything else. The evident metaphor between the daily struggle of women around the world to be entitled to their place and the battle of the agojie is breathtaking. Machism, racism, sexism, prejudice, it’s all there on the screen.

THE WOMAN KING is a very rich film, which is worth seeing and discussing.

And besides, it’s a fine example of high-end entertainment.

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